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O Polícia
Muitas vezes passei a frente do Restaurante Polícia e pensava: “quando for grande vou entrar e experimentar a comida”. Tinha ótimas informações sobre o restaurante mas que era caro e que era frequentado por gente da cultura. Fui almoçar com reserva para as 14hs. Entrei e gostei logo do ambiente. Muito calmo com o sol a dar na sala. Os empregados parecem invisíveis. Fazem o seu trabalho, atentos e profissionais. Pedi uns filetes de pescada com arroz de tomate e soube-me muito bem pela frescura e simplicidade. O arroz de tomate fez-me lembrar o da minha mãe que me deliciou. Sem pressa a desfrutar do belo ambiente veio uma sobremesa inusitada: leite creme polvilhado com canela e é uma boa combinação. O vinho branco ficou no gelo e foi servido aos poucos para não aquecer. Não senti pressa nos empregados. A sala confortável e com “bom aspeto”, senti um clima…
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Pastelaria O Careca
Adoro os croissants com fiambre do Careca! Aquela combinação do doce e do salgado é simplesmente divinal. A pastelaria o Careca localiza-se no simpático bairro do Restelo, em Lisboa. Tem um ambiente muito familiar, com uma esplanada junto a um pequeno jardim do bairro. Originalmente chamava-se Pastelaria Restelo, tendo sido fundada em 1954. Ficando mais tarde conhecida por Pastelaria O Careca. O espaço é simples com a decoração tradicional das confeitarias lisboetas. O movimento é constante, principalmente ao pequeno almoço e ao lanche. Para além dos conhecidos croissants, diria que os ‘ducheses’ são outra maravilha do Careca. Podem ser confecionados em forma de número! Uma excelente e deliciosa ideia para o seu bolo de aniversário. Visite o Careca na R. Duarte Pacheco Pereira 11D, 1400-139 Lisboa, Portugal. Voltarei em breve!
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Adega típica 25 de Abril um excelente restaurante na cidade de Beja
Com comida típica alentejana Esta não foi a primeira vez que visitei este restaurante na cidade de Beja. A última vez, no entanto, foi no distante ano de 2016. Guardava, porém, boas memórias de um almoço nesta sala na cidade de Beja. Recordava a típica decoração, a excelente comida e o eficaz e agradável serviço. Voltei lá já no mês de Novembro e, confesso, com algum receio que tivesse mudado o visual ou perdido a boa comida. Receio infundado. A Adega Típica 25 de Abril mantém intactos os seus pergaminhos. A decoração mantém-se com as suas grandes talhas, que outrora guardaram vinhos, as suas cabaças e os cochos pendurados. Enfim, no essencial manteve-se tal como a recordava. A exemplo da decoração também a comida manteve a boa impressão que tinha na memória. As entradas estavam óptimas com grande destaque para as azeitonas, o queijo curado e o saboroso pão alentejano.…
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Clube de Chateaux
No meu grupo de amigos já me tinham falado no Clube de Chateaux! Sábado antes de jantar decidimos visitar o lugar! Abriu durante a pandemia e tem com objetivo mostrar o que se produz em França, vinhos, queijos e enchidos! A sala é bonita, mas como a noite estava amena, decidi sentar-me na esplanada! Pedi uma degustação de vinhos! São servidos 5 vinhos, dois brancos, dois tintos e um maturado! A experiência foi muito agradável, já que o Bruno (funcionário do espaço) acompanha a degustação com a história dos vinhos e respetiva explicação! Acompanhamos a experiência com uma tábua de 4 queijos franceses, Roquefort, Saint Nectaire, Comté e Sante Maure e como era dia de ostras, decidimos provar! A degustação de vinho e explicação custa 15€. Uma experiência maravilhosa que vale bem a pena! Por minha vontade teria ficado o resto da noite ali, a desfrutar os vinhos e a petiscar. Fica Rua Actor Taborda, 43 (Saldanha) 1000-007 Lisboa Segunda a Quinta, das 17h às 23h Sexta…
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Monte do Tintolê
Quem passa na Rua Actriz Virginia, nº 15-A, junto ao Areeiro, não dá facilmente com o Monte do Tintolê, visto o mesmo não ter nada na porta a identificar este espaço. Fazendo o aproveitamento de uma antiga tasca, daquelas com um balcão de ponta a ponta, foi mantida toda a estrutura do antigo espaço. Apenas com alguns acrescentos que tornam o espaço agradável. Aqui chegados, um casal a beber um copo de vinho ao balcão e ninguém dentro da pequena sala, que alberga cerca de 10 ou 12 lugares sentados, não mais… Pessoal simpático, logo nos foi proposto um cesto de pão (1,5€) azeitonas (1,5€) e um queijinho seco com azeite e oregãos (3€). Com uma boa apresentação, o pão (3 tipos) vieram numa travessa de cortiça, o que até me pareceu que era aqueles utensílios onde era bebida a água fresca no Alentejo. O pão (branco) não vinha estaladiço…
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Masala Krat em Lisboa
Com preços em conta Restaurante com boa relação entre preço e qualidade Não foi a primeira vez que me desloquei a este restaurante, situado na Rua dr. Gama Barros 15B, perto da Avenida dos Estados Unidos da América. De facto, nas minhas anteriores visitas já havia concluído estar em presença de um bom restaurante indiano, que não desilude quem o procura. A decoração é agradável sem ser deslumbrante. Sala ampla com mesas bem espaçadas e distantes como mandam os procedimentos de segurança anti-Covid. Quanto á comida, que era o que interessava o Masala Kraft impõe-se. Comecei com uns Onion Bhaji e umas Samosas vegetarianas como entradas: duas boas escolhas. Para prato principal a opção recaiu num Malai Kebab, carne de frango grelhada com natas e especiarias servida numa cama de legumes e acompanhada por um arroz branco. Bem temperada e médio picante revelou-se um bom prato com condimentos certos. Na…
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Chocolateria San Gines
Numa visita a Madrid o chocolate quente com churros é um programa irresistível. Este fim de semana fomos conhecer a Chocolateria San Gines! Fundada em 1894, é uma das mais antigas “chocolaterias” da capital. Localiza-se fora das ruas principais, no centro de Madrid, entre a Puerta del Sol e a Plaza Mayor. Ficou conhecida durante a Segunda República Espanhola como “la escondida”, pela sua localização particular na passagem de San Ginés, um beco longe de toda a agitação. Podemos apreciar o chocolate quente com churros dentro da “chocolateria“, na esplanada ou optar ainda pelo serviço take-away. Como estava muita gente à espera de mesa, e como o dia estava muito bonito, resolvemos optar pelo take-away. Saboreámos o chocolate quente com churros num banco mesmo no centro da Plaza Mayor. Churros acompanhados pela correria dos turistas em Madrid. Hala Madrid! Que bonita cidade. Voltamos em breve.
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A Cantarinha
Fui passar uns dias à Figueira da Foz. Não conheço bem a cidade mas tem algumas coisas que me cativam. Chegada a hora do almoço o restaurante que conheço e era uma referência, o famoso Teimoso, em Buarcos fechou definitivamente. O condutor do táxi muito amável aconselhou-nos o Cantarinha também em Buarcos. Sentámo-nos e começámos logo a gostar do espaço. O Empregado nascido em São Tomé, educado e simpático trouxe-nos umas entradas com bom aspeto. Uns camarões frescos e gostosos. Um excelente patê e uma salada de polvo bem temperada. Depois veio o peixe assado no ponto, acompanhado de vários legumes. Optámos pelo robalo escalado e pela posta de peixe espada preto muito bem assados. As sobremesas todas caseiras caíram muito bem. O restaurante estava cheio e nós ficamos numa espécie de marquise com sol e bom ambiente. Tudo perfeito. Aconselho!
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A Castanha
Em Portugal apanham-se por ano, cerca de 40 mil toneladas de castanha. Muita castanha. Nas palavras do nosso escritor Aquilo Ribeiro o castanheiro é “o nosso derradeiro gigante da flora” ou mesmo“o rei da vegetação lusitana”. Considerada como a “árvore-do-pão” nas regiões a norte do Tejo, a castanha foi a base da alimentação antes da chegada da batata e a principal fonte de hidratos de carbono no norte da Península Ibérica. Esta árvore de folha caduca consegue crescer até aos 30 a 35 metros de altura e atingir diâmetros até 12 metros. É um fruto que lembra o Outono. Quando os dias começam a arrefecer, as ruas são invadidas pelo cheiro das castanhas assadas no carvão. Todos as apreciam quentes, boas, assadas, cozidas ou fritas. A Castanha e o São Martinho fazem parte do Outono português, marcam festas e Magustos de norte a sul do País. Em Portugal, a empresa…