Coisas Boas em Alta
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    This Grace (disgrace)…

    Dizem os puristas que não se deve comer Francesinhas fora do Porto.Será verdade?Fomos visitar provavelmente a última casa dedicada a esta iguaria a abrir na região de Lisboa, mais concretamente em Massamá Norte, e que não tem mais do que 15 dias.De nome “This Grace” (ou se formos pela fonética, disgrace!) esta nova casa serve essencialmente a famosa francesinha em 4 versões. A primeira, a “Da Casa”, com o habitual bife da vazia, ou de frango (em opção), e fiambre, chourição, paio york e ovo.A segunda, a “Especial”, para além de todos os outros ingredientes, conta também com linguiça.Já a terceira, a “This Grace“, é o topo das Francesinhas e para além de todos os ingredientes anteriores, conta ainda com uma fatia de presunto.A outra, é a Francesinha Vegetariana, que leva beringela, Curgete, Queijo Vegan e molho à base de beterraba. Mas já lá vamos…Situado numa das mais movimentadas ruas…

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    O croquete

    Gosto muito de croquetes. A sua origem é holandesa e o segredo de um bom croquete é a carne de que é feito. Tem de ser de boa qualidade. Há duas pastelarias onde encontro o melhor croquete. Gosto e vou muitas vezes lanchar a Pastelaria Versailles: o espaço é lindíssimo, a decoração art nouveau vale a pena observar, os bolos são deliciosos, mas os croquetes…  Os croquetes são muito bons e os melhores que tenho comido.  Estão disponíveis em dois tamanhos pequenos e grandes e são um dos produtos mais solicitados da casa há décadas. E fiquei contente pois comi um croquete no Aeroporto antes de embarcar. Pois a boa notícia é que a Pastelaria Versailles fundada em 1922, tem um espaço no Aeroporto onde há fila para se comprar um croquete. Outro sitio muito bom para se lanchar e comer um bom croquete é no  Califa que é uma das pastelarias…

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    Um bom restaurante na vila da Sertã

    ESTES “SABORES DO PINHAL” SÃO UMA AGRADÁVEL SURPRESA Começo por dizer com toda a honestidade, que estava um pouco desconfiado do valor deste restaurante. Nada como estar redondamente enganado, porque se tratou duma excelente e positiva surpresa da Beira Baixa. Desde logo, pelo espaço; simples, moderno e acolhedor.  Depois, o serviço: rápido, eficiente e de grande simpatia sem a menor intrusão. Simpatia e até honestidade, que se reflectiram no facto de sermos três pessoas e do funcionário nos dizer claramente que duas doses chegavam. E, chegaram mesmo. Acompanhou o almoço com uma garrafa de água e ½ jarro de vinho tinto da casa (alentejano).  Registe-se, que na ementa contam-se vários pratos regionais como bucho ou maranhos e até o típico cabrito estonado (só com prévia encomenda). Tudo muito bom, sobremesa incluída e com preços muito acessíveis. Uma visita a repetir sempre, que tiver de passar na zona da Sertã. O…

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    Mãe restaurante – uma excelente opção

    Em dia de celebrações escolhe-se um novo restaurante. Algo que ninguém ainda conheça, pelo que, desta vez, a escolha recaiu sobre o Mãe Restaurante, que se situa na Rua D. Estefânia, em Lisboa. Ali chegados, depara-se-nos um espaço agradável com decoração a lembrar tempos mais recuados como uma antiga máquina de costura ou uma TV a preto e branco. Original, tal como a forma de apresentar a ementa: nada de iPad ou QR Code mas um simples quadro de ardósia com a lista. Gostei. Escolhidos que foram os pratos restou esperar pela chegada dos mesmos. Nada demorado: um Polvo à Lagareiro com batata a murro e um Brás de Gambas. Duas escolhas que se revelaram certas porque ambos os pratos estavam bem apresentados e confeccionados. Para sobremesa e gorada que foi a tentativa de comer a Relíquia de Noz (a última fatia tinha seguido para a mesa ao lado), optou-se…

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    Além-Tejo – Restaurante quase Alentejano

    O titulo pode enganar, porque este restaurante não tem pretensões a ser uma referência na tradicional culinária alentejana. O Além-Tejo, que se situa no Parque das Nações tem algumas pinceladas dessa culinária mas sem querer ir mais longe, do que essas pinceladas. A decoração é moderna e agrada ao olhar. O restaurante sofreu recentes obras de remodelação, que o tornaram mais agradável. Quanto à comida, refiro nas entradas um bom queijo fresco com doce de abóbora para acompanhar e um queijo curado, também de boa qualidade acompanhado com um pão, que não era nada alentejano… Nos pratos propriamente ditos referência para as umas boas Costeletas de Borrego acompanhadas com batata a murro e legumes cozidos em cima de um piso de sabor muito agradável. Sem nada a apontar, mas distantes do tradicional sabor do Alentejo. Julgo que, também, não era essa a intenção. Os meus acompanhantes optaram por uns Filetes…

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    Madame Petisca

    O Miradouro de Santa Catarina é uma preciosidade e um clássico lisboeta, cheio de gente animada, onde podemos passar uma bela tarde. Tem a esplanada do Museu da Farmácia que é um encanto e várias esplanadas todas cheias de gente. Mas o grande segredo é encontrar um bom lugar sentado para beber um cocktail descansado e pensar que Lisboa é linda. O Madame Petisca fica no 5. andar, num belíssimo edifício que já foi, contam as lendas, uma perfumaria francesa.  O acesso ao restaurante é feito pelo elevador do hotel, que nos leva até ao último piso. Saí para um pequeno hall onde fui recebida por uma empregada e só depois me encaminham para a sala, onde finalmente consegui perceber o porquê de tanta gente gostar de beber um cocktail ai final de tarde, no Madame Petisca.  O espaço é praticamente todo envidraçado, por isso temos uma vista panorâmica fantástica sobre…

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    Olha a Bolinha

    No início de Setembro fui passar uns dias ao Burgau. Uma pérola no Algarve, no município de Vila do Bispo. Ficámos nas maravilhosas Casas Dona Vitória, com artigo já publicado neste site! Foram dias de tranquilidade, de simplicidade e de pleno contacto com a natureza. A paz da Praia do Burgau é interrompida duas vezes por dia, pela corneta do Olha a Bolinha. A energia do André é contagiante. Há todo um ritual: toca a buzina da carrinha, estaciona em frente ao café, toma o seu cafezinho e só depois desce para o areal. Entretanto a longa fila de clientes vai-se formando sempre no mesmo sítio. As bolas, tradicionais ou de alfarroba, são abertas na hora com a ajuda de uma faca elétrica. Depois, temos várias opções de recheios. Para além do tradicional creme de ovos, destaco o original recheio de pistacho com pedaços do fruto seco e o recheio…

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    A de Arroz

    Apesar de não existirem datas para a origem do arroz, pensa-se que o seu cultivo terá começado há cerca de 7.000 anos no continente asiático, tendo-se depois espalhado um pouco por todo o mundo. No passado, o arroz era associado à fertilidade, daí que ainda hoje se atire aos noivos no final do casamento.   Em Portugal, o arroz é um dos acompanhamentos mais populares e há dezenas de receitas diferentes. Na casa das irmãs Ana e Marta Silva, o arroz sempre fez parte do acompanhamento tanto no almoço como no jantar da família e  é assim que as duas pensaram abrir um restaurante com um conceito diferente dos que já existem em Setúbal, onde a carta girasse à volta do arroz.  Foi assim que nasceu o projeto do A de Arroz, no bairro das Amoreiras em Setúbal. Gostei muito da ideia é fomos experimentar.  Como entradas há bolinhas de arroz,…

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    Bebinca

    Conheço e saboreio a Bebinca penso que desde que nasci. Faz parte da minha família pois a minha mãe nasceu em Goa e trouxe e transportou junto ao coração a receita feita de geração em geração. É uma sobremesa tradicional da doçaria Goesa, e a receita original é oriunda de uma missionária portuguesa de nome Bebiana do Convento de Sta.Marta em Goa. Bebiana aproveitou o seu conhecimento na doçaria conventual portuguesa ,daí a inclusão de muitas gemas e acrescentou ingredientes e técnicas usadas na região Goesa,  tal como o leite de côco e a noz moscada e a técnica de cozedura em panelas de barro que se punham sobre brasas cobertas com tampas igualmente de barro sobre as quais eram cozidos esta deliciosa sobremesa.   Este doce é feito com 7 camadas o que originou a denominação de Bebinca das 7 folhas.  Uma sobremesa da culinária indo-portuguesa a que facilmente…