Coisas Boas em Alta
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    Tons tinto 2019

    Mais um bom vinho do Douro Esta é, seguramente, mais uma das inúmeras ocasiões em que revelei ser um entusiasta apreciador dos vinhos do Douro. Entendo, na minha modesta opinião, ser um tipo de vinhos, que se apresentam bem equilibrados e muito adequados ao meu gosto e, valha-nos isso, ao de muitos portugueses e, também, dos estrangeiros que visitam o nosso país. Desta vez, trago-vos este TONS produzido pela Duorum Vinhos, SA. Diga-se, apenas como curiosidade que “Duorum” é uma expressão latina para designar “de dois” e esta é mesmo a dois porque se trata da excelente parceria (já com 15 anos), entre dois conhecidos enólogos com cartas dadas na mais recente história do vinho em Portugal. Falo de João Portugal Ramos (com créditos bem firmados nos vinhos alentejanos de Estremoz) e de José Maria Soares Franco (sobretudo na Península de Setúbal) que, em 2007, decidiram apostar num projecto destinado…

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    Bas Armagnac reserva

    Ando a consumir Armanhaque.  Depois de uma boa refeição rica, sabe bem tomar um Armanhaque, parece que ajuda a fazer a digestão.    No outro dia foi me oferecido o Bas Armagnac  Um verdadeiro néctar, tem um alto teor alcoólico, mas não se sente, porque está muito bem produzido.  Óbvio que é uma experiência intensa.  Com aromas de frutas secas e baunilha, de grande riqueza aromática e como é envelhecido em madeira, no final há um toque madeirado.  É difícil encontrar este produto, eu acabei por encontra no Club des Châteaux Lisboa em Lisboa. 

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    Pure Piraña

    Há dias uma simpática miúda ofereceu-me aquilo que dizem ser a bebida deste verão. Nunca tinha ouvido falar na Pure Piraña. Só por si o nome parece-me difícil: Tem gás, é água gaseificada com álcool e um toque de aroma natural de fruta com apenas 92 calorias.  Provei os dois sabores já disponíveis em Portugal, frutos vermelhos e limão. Servi bem gelado e achei refrescante, são 4,5% de álcool (nem se sente), 2g de açúcar e segundo o rótulo, muito poucas calorias! É uma invenção da HEINEKEN, que agora aposta neste segmento das àguas. Gostei, chegou ao mercado a 0.90€ por lata! Vale a experiência.

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    A Niepoort e os GNR

    Os 41 anos da vida dos GNR foram celebrados com a A Niepoort! A produtora cria um vinho tinto para celebrar a vida do Grupo Novo Rock, “Pronúncia do Norte”. Primeiro, provámos o vinho, depois assistímos ao concerto comemorativo dos 41 anos. O “Pronúncia do Norte” (que também é uma dos temas do GNR) é um vinho delicado, ou não fosse um vinho do Douro! Um vinho frutado, onde os frutos silvestres dominam o paladar. Como esteve a estagiar em barricas de carvalho, há um leve final a madeira, mas tudo muito elegante! Vinho para acompanhar carnes brancas, já que sinto uma grande leveza. Foi na capital do império que os GNR celebraram os 41 anos de carreira!| Num Tivoli totalmente cheio e vibrante, ouvimos os grandes clássicos desta banda, que no fundo é um pouco a história dos últimos 40 anos da música em Portugal! Vibrei com “Video Maria”,…

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    “Terras do Demo” tinto reserva 2012, um ótimo vinho que é tudo menos do diabo

    Este “Terras do Demo Tinto Reserva 2012” é tudo menos do Diabo. O nome, segundo sei, deve-se à obra de Aquilino Ribeiro que, aliás, surge na própria garrafa produzida pela Cooperativa Agrícola do Távora. A cooperativa está sediada em Moimenta da Beira e em termos vinícolas encontra-se integrada na Região Demarcada do “Távora – Varosa”, situada entre o Douro e do Dão. Trata-se de uma zona com condições únicas: solos graníticos e pobres em calcário, com altitudes elevadas, um clima temperado continental, que a torna propicia à produção de maçã (a famosa Bravo de Esmolfe) e, claro de vinho. O meu primeiro contacto com uma produção desta Cooperativa foi, precisamente, um Terras do Demo Branco Seco que, infelizmente, já não está em produção. Sei que, também, têm Espumante de grande qualidade e com oferta diversificada, mas esse nunca provei até porque não sou apreciador. Da mesma Cooperativa já conhecia um…

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    Vinho UNIQO 2016

    Mais um bom vinho do Douro Para quem tem a paciência de ler as minhas crónicas já sabe, que em matéria de vinhos, acho que o país vinícola é a região do Douro. Que me perdoem os outras regiões, mas esta é a minha preferência, sendo que eu não sou especialista no assunto. Provo, gosto ou não. E, geralmente o Douro não me desilude. É o caso deste Uniqo 2016. É um digno representante dos vinhos durienses, já que é elaborado a partir das tradicionais castas da região: Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional nos socalcos de xisto desta paisagem única. Depois, sempre se pode dizer que estagiou seis meses em barricas de carvalho francês e com uns bons14º graus de volume alcoólico. Como não percebo nada de enologia, aquilo que transmito são as minhas impressões: de cor rubi bem escura, tem um aroma suave, é leve e bebe-se…

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    Armagnac no Club des Châteaux

    Estava muito entusiasmado com a proposta do Club des Châteaux. Dar a conhecer o que de melhor se produz em França em matéria de Armagnac! Armagnac, uma bebida destilada, parecida com o conhaque, que é produzido originalmente na região de Armagnac. Club des Châteaux, é um espaço no Saldanha que promove os vinhos franceses, já lá fui enumeras vezes e sou sempre surpreendido como que me dão a provar! Desta vez o rei do final da tarde eram 4 Armanhaques! o clássico VSOP 4 anos e a Gama original de destilados que saem em “bruto da pipa” de 3,12 e 21 anos! A prova foi feita em escada: O VSOP 4 anos, tem um odor muito alcoólico, não sabe a madeira (como estaria à espera), mas na boca é bastante delicado! Depois vieram os reis da noite 3,12 e 21 anos! Todos eles poderosos nos aromas, destacando o sabor a…

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    Quinta da Extrema um Douro maravilhoso

    Não conhecia este vinho, mas para a noite de passagem de ano decidi comprar! Acabei por não abrir e ficou perdido entre as várias garrafas que tenho. Um dia destes, decidi fazer um caril e mais ou menos sem pensar, abri a garrafa. Que surpresa boa! O vinho esteve a estagiar 24 meses em barricas, por isso tem um forte e agradável aroma a madeira! O Quinta da Extrema tem 14% de álcool, o que lhe dá uma presença de boca poderosa! Usa Cabernet Sauvignon, e por vezes parecia que estava a beber um típico alentejano por causa do paladar a madeira. Este vinho tem muita classe, não é intenso e tem um final muito generoso! Fica um paladar a baunilha e a fruta vermelha, eu diria cereja! Sem dúvida que até ao momento o Quinta da extrema foi o melhor vinho que bebi este ano! Por 19€ pode comprar…

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    Medina Cabernet Franc

    A minha mãe foi passar uns dias a Malta. Decidiu brindar-me com aquele que é considerado o melhor vinho de Malta. Para acompanhar o Medina Cabernet Franc, fiz uma massa napolitana. É um vinho leve com alguns toques de madeira que me fez lembrar os típicos vinhos alentejanos. É despretensioso, com aromas de cereja e madeira. Produzido com a casta Cabernet Franc, este vinho leva-me para um paisagem onde os frutos vermelhos ganham forma. Com 13,5º de teor alcoólico, este vinho está disponível em Portugal nalgumas lojas da especialidade. Pode ser comprado entre 15€ e 26€. Experimentem!