Coisas Boas em Alta
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    O repórter a lenda de Ron Burgundy

    Uma verdadeira paródia ao mundo dos média!  Nos anos 70 um canal de televisão que tem a sua maior estrela Ron Burgundy que acolhe a novata repórter Veronica Corningstone.  Vivemos num mundo dominado pelos homens e onde uma mulher não consegue ter protagonismo, .   Está carregado de estereótipos dos bastidores da televisão.  Os seus egos, as suas fraquezas.  A procura de histórias que sejam do interesse da população.   Óbvio que o exagero é a marca do filme.  Eu diverti-me porque trabalho na área e reconheço os comportamentos satirizados.  Não é um grande filme, mas fez-me sorrir     Realizado em 2004 por Adam McKay  Com Will Ferrell e Christina Applegate.  O filme esta disponível na plataforma Netflix 

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    Momento final  – robert bryndza

    Nunca tinha ouvido falar do autor britânico Robert Bryndza.  Li a sinopse e decidi comprar.   É um thriller gay, onde se sente a atmosfera dos bares e de uma cultura alternativa que desconhecia.  O autor começou a dedicar-se aos romances policiais criando uma dupla de investigadores, Kate Marshall, uma agente da polícia transformada em detetive privada e o seu sócio Tristan Harper.  “Momento final” conta uma empolgante história de Uma jovem jornalista chamada Joanna Duncan que desapareceu depois de denunciar um caso cujo escândalo político teve grandes repercussões.   Passado 13 anos o caso é arquivado e é aqui que entra a dupla em ação!  Tem uma leitura fácil, li em duas tardes! Gostei, mas admito que não fiquei com vontade de ler mais obras deste autor 

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    O Amor é o melhor remedio

    Estando doente em casa, tenho dividido os meus dias entre a leitura e o cinema.  Ontem tropecei numa comédia romântica “O amor é o melhor remedio”  Conta a história de uma jovem que sofre da doença de Parkinson que estabelece uma relação com um delegado de informação médica.  O filme é divertido, mas não é totalmente oco como a maior parte das comédias românticas.  O par é feito por Jake Gyllenhaal e a vencedora do Óscar Anne Hathaway .  Jamie (Jake Gyllenhaal) é um pouco como eu, vive a vida com um otimismo contagiante.  A nossa heroína não quer uma relação séria, quer apenas algo de fisco.  Como é obvio o amor acaba por acontecer.  Diverti-me a ver o filme e fiquei com muita vontade de viver um verdadeiro amor.  O filme estreou em janeiro de 2011, mas esta disponível na plataforma Netflix  

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    João Tordo – A Mulher que Correu Atrás do Vento

    Praticamente deixei de ver televisão. Como trabalho em comunicação, em casa nem as notícias me deixam atento. Passo o meu tempo livre a ler. Nunca tinha lido nada do João Tordo, sei que é filho do Fernando Tordo, que só por si não deve ser nada fácil. Ser autor e ter a marca do pai por perto. Foi de peito aberto que entrei neste “A Mulher que Correu Atrás do Vento“. Uma narrativa de fácil leitura. Fiquei logo rendido com a descrição dos empregados da velha cervejaria “Império”! O livro é denso do ponto de vista emocional, é carregado de uma imensa depressão. Com o avançar das páginas ia-me sentido cada vez mais triste. Todas a personagens vivem os seus dramas pessoais, alguns de difícil resolução. São quatro histórias de mulheres que se cruzam. Eu gostei sem dúvida do que li, mas admito que vou demorar algum tempo a pegar…

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    Café 3 corações

    A Natália, a senhora que trabalha lá em casa, sabe do meu fascínio por café. De férias no Brasil decidiu brindar com a marca de café mais emblemática de terras de Vera Cruz! Já tinha ouvi falar no Café 3 corações, isto porque sou fã da Rádio Gaúcha, e a marca é uma das principais patrocinadoras da estação! Há a ideia que o café Brasileiro é fraco, que se pode beber imenso que nada faz acordar. Não é verdade! Este 3 corações é poderoso, forte e muito saboroso. Uma verdadeira surpresa para os apreciadores de café. Não será fácil de encontrarem 3 Corações Portugal. Talvez nos armazéns brasileiros da Praça do Chile. Agora começo todas as manhã com uma chávena de 3 corações, uma maravilha.

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    Mia Couto “O Mapeador de Ausências”

    Não entendo como é que este escritor ainda não ganhou o prémio nobel?  Que talento.  Mia Couto tem uma forma de escrita única, tudo é bonito, a narrativa é poética.  Cada linha tem uma profundidade para alem das palavras que estão escritas.  Um verdadeiro criador de histórias.  Em 2020 o autor conta a vida de um poeta que procura resolver os seus problemas emocionais fazendo uma viagem ao passado, e por isso regressa a Moçambique para reconstruir a memoria do passado!  Um menino branco cresce no meio de uma guerra infernal.  Os colonos invasores são muito mal tratados nesta obra de Mia Couto, um verdadeiro desespero a forma como os portugueses fazem a guerra!  O partido comunista da altura também não fica bem na fotografia.  Do pai recorda o que viveu com ele em duas viagens ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial e a sua perseguição e…

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    A Faca de Jo Nesbo

    Estão muito em voga os livros vindos do norte da Europa. Ambiente pesado, clima frio e no fundo até uma cultura diferente da latina. Já tinha lido alguns autores nórdicos, mas de Jo Nesbo nunca tinha ouvido falar. De férias na praia com imenso calor, decidi pegar neste policial de quase 500 páginas. Conta a história de Harry Hole, um detective que está em muito maus lençoes. Alcoólica, depressivo,  Rakel, a única mulher que algum dia amou, deixou-o de vez! Numa noite ela misteriosamente morre e tudo nos leva a acreditar que o nosso herói é o grande responsável. Toda a trama é rodeada do frio de Oslo e onde a música tem sempre um bom peso. A narrativa é corrida, li este livro em 3 dias! O final é inesperado, como nos bons policiais. Fiquei com vontade de visitar a Noruega numa próxima oportunidade

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    Olive Kitteridge – Elizabeth Strout 

    Admito que demorei a entrar neste magistral livro. Nunca tinha ouvido falar em Elizabeth Strout, que só por si é estranho, porque graças a este livro a autora ganhou o prémio Pulitzer. Mais tarde o livro acabou mesmo por virar série de televisão. “Olive Kitteridge” é duro do ponto de vista emocional. Conta a vida de Olive Kitteridge, a temível professora de Matemática do liceu, agora reformada, e Henry, o seu marido, farmacêutico. Olive conhece os segredos e dramas dos habitantes de Crosby, pacata povoação costeira no Maine. Toda ela é uma figura desprezível, mas com o avançar das páginas acabo por me ligar à sua figura. Sinto a passagem do tempo: o crescimento, a evolução e a morte! As histórias dos habitantes vão se cruzando com a nossa protagonista. Um enredo sobre a existência que me deixou a pensar.  Um belo livro que recomendo.

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    Woodstock de 1999

    Em 1999 fazia as manhãs da antena 3 e a rádio era a responsável pela transmissão deste épico evento! Um cartaz de luxo com as bandas mais importantes da época. A ideia era recordar a génese do primeiro festival, 30 anos depois- “Paz e amor” era o lema de 1969, em 1999 tudo foi diferente! O escândalo da edição de 1999 chegou agora em documentário à plataforma Netflix. Os ecos do escândalo não chegaram a Portugal. Sou profissional de comunicação e não me lembro de ter ouvido nada sobre o que aconteceu durante aqueles dias. Foi com surpresa que vi este documentário. Tudo correu mal, violência foi a palavra de ordem! A série documental de três episódios conta com entrevistas a vários dos intervenientes do festival. O cartaz do festival de quatro dias teve nomes como Limp Bizkit, Rage Against The Machine, George Clinton, Jamiroquai, James Brown, Clown Posse, Sevendust,…