Coisas Boas em Alta
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    Mimos

    Sabem aquele dia em que as coisas correm bem, e dizemos para nós próprios, “hoje merecemos um mimo”? E hoje foi dia de mimo!!! Para quem não leu os meus post’s anteriores, vou resumir aqui para não ser muito entedioso… Em Portugal, há três escolas de sushi…os discípulos do Aya, do Tomo, dos brasileiros…e a do Paulo Morais, vá… Desta vez escrevo dos discípulos do Aya! Começando pelo título deste post, tenho de começar pelo princípio. Não sei porquê, mas hoje foi daqueles dias em que temos de nos mimar, mesmo em confinamento!!! E, vai daí, com o que é que nós podemos mimar de melhor…em casa??? Com um bom petisco…em casa. Navegando nas redes sociais, descobri que a Taska Come, na Rua da Madalena, estava a promover um kumshi acabado de fazer… Para quem não sabe, kumshi é uma couve fermentada com uma série de legumes orientais que não…

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    Hot Hot Hot

    Seus malandros(as), não é o que estão a pensar… Hoje vamos falar de comida picante!! Tenho um amigo que é fã de comida picante, e sobretudo dum prato, que nunca tinha ouvido falar, e que já vamos…provar. O prato chama-se Balchão e é um prato tradicional da cozinha Indo-Portuguesa, de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia. Trata-se de um prato confecionado com “Balichão”, condimento oriundo da culinária de Macau, preparado com camarões e malaguetas, entre outros. O termo goês Balchão, deriva do termo macaense Balichão. Se o quiser fazer em casa (o que não aconselho) vai precisar de 50(!!!) malaguetas, 1 cabeça de alhos grande, 20 cravinhos, 1 colher de chá de pimenta em grão, 5 cm de Açafrão das Índias, 1 colher de chá de cominhos, 1 colher de chá de canela, 2 colheres de sopa de tamarindo, 1 colher de sopa de açúcar,…

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    Take-Away estranho

    Confinados que estamos, nem sempre apetece cozinhar em casa, ou apetece-nos aquele prato ou petisco que de todo, mesmo com vontade, não sabemos ou não podemos. Um destes casos é o Sushi, sobretudo se for dos bons!! Vou aqui falar de duas experiências diferentes, mas com um denominador comum. Quando se tem vontade de comer sushi, com menos grau de exigência, vamos ao “pé da porta”. Ora vamos comparar as duas diferenças. Sou cliente assíduo do Sushi Delícia, um restaurante gerido por Nepaleses que queriam abrir um negócio, e optaram por um restaurante ao invés duma mercearia de bairro, daquelas de conveniência que tem tudo o que nos falta à última da hora. Mas abrir um restaurante de Sushi não é para todos, sobretudo se formos fiéis à confecção como os japoneses a “inventaram”. Ora uma das invenções, são os rolos fritos! Onde é que viram isso? Cheira-me a “brasileirisses”,…

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    Paztel Factory

    O meu bairro é tipicamente residencial e pouca oferta tem em conceitos diferentes. Agora parece que está a mudar e aparece o Paztel Factory com uma ideia maravilhosa. No Brasil, o que não pode faltar numa feira são os típicos pastéis fritos, conhecidos, lá está, como pastéis de feira. Este snack tem ganho espaços nas cidades, com cafés próprios, e não só do outro lado do Atlântico. Em Lisboa, por exemplo, também já entrou no hábito aos lanches e até faz as vezes de um almoço. Um dos recentes projetos do género é o Paztel Factory. O restaurante fica na zona das Laranjeiras na Rua Lúcio de Azevedo e está  a funcionar há poucos meses . O projeto é de três sócios que nunca estiveram ligados à restauração. Vieram de áreas de economia, gestão e engenharia. O espaço é acolhedor com uma decoração contemporânea e arejada. O ideia foi criar…

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    Haweli Tandoori

    A Mansão do Tandoori é está a tradução do nome deste restaurante situado no coração do Bairro da Graça. E é mesmo a impressão de quando aqui entramos. Uma Mansão de bem comer. O cheiro a comida indiana pode sentir-se logo que se abre a porta de vidro que separa a rua deste restaurante. A equipa é duma simpatia extrema e rapidamente arruma os clientes que chegam a este espaço. Vamos então ao que interessa. Lista na mesa, que os comensais estavam todos com muita fome. Primeiro as tradicionais chamuças de vegetais e de frango. Fritura no ponto, com um recheio delicioso de vegetais onde se destaca o sabor das ervilhas e da cenoura. Muito boas (não provei a de frango).Feitos os pedidos, optámos por pedir três pratos diferentes e dividir. A saber: Lamb Tikka que é nada mais, nada menos que bifinhos de borrego, envoltos em especiarias e iogurte,…

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    Salero

    Era uma quarta feira muito fria. Uma amiga fazia a sua festa de aniversário e por isso fomos recebidos com passadeira vermelha. Obvio que a passadeira servia para receber com toda a certeza o pai natal e não os convidados, mas o facto de existir, deixou-me de sorriso aberto. O restaurante é um dos mais emblemáticos de Loures O Salero Como cheguei cedo, tive tempo para conversar com o proprietário, que me foi dizendo que ali havia comida do mundo, mas também a tradicional. Que faziam um misto para agradar a toda a gente: O espaço é gigante, mas fomos encaminhados para uma sala onde entendi que acontecem festa de aniversario. Há mesa DJ, e tudo preparado para receber áudio e vídeo! Começamos por comer uma entrada inusitada, farinheira com ovos e barras de milho fritas, achei muito original (vou tentar fazer em casa) Mas a lista tem dezenas de…

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    Adega Solar Minhoto

    Gosto muita da zona da avenida da Igreja. Não me importava de ali viver! Ainda há o chamado comercio tradicional e é fácil de estacionar. As opções para comer são mais que muitas, há de tudo, desde a comida do mundo à nossa comida tradicional. No outro dia fui desafiado para ir à adega solar Minhoto, fica mesmo ao lado dos bombeiros de Alvalade. Fiquei logo surpreso com a garrafeira, tem vinhos de muito boa qualidade a preços justos. A comida é toda maravilhosa. em destaque o tradicional portugues. Há uma posta mirandesa do outro mundo, a qualidade da carne é divinal. O peixe é todo muito fresco. Há as receitas tradicionais que em muitos sitios deixaram de ser feitas. No final as sobremesas são a cara de Portugal. arroz doce, leite creme (coisas Portuguesas). Tem uma esplanada muito agradável, aquecidas neste dias mais frios. O único problema é não…

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    Jardim do Poço do Bispo

    A minha família nuclear é muito pequena mas muito unida. Há anos que temos o hábito de o almoço de domingo ser no restaurante, indo variando e conhecendo novos espaços. E quando não havia regras de confinamento a seguir ao almoço sempre que havia futebol lá íamos nós a bola. Há alguns meses começamos a repetir o Restaurante.  E ancoramos no “Jardim do Poço do Bispo. “Estranho porque um dos almoços não correu bem e sai de lá toda fula,  nem sei bem porquê! Acontece que voltei e parece tudo familiar. Há cozido ao domingo bem servido com as carnes de boa qualidade. Tem sempre peixe fresco e algumas vezes camarão cozido grande e fresco. A comida é a tradicional portuguesa e aqui não há “fusão “,  “nem comida gourmet.”   A sala é confortável com retratos de fadistas antigos e tudo limpo e bem cuidado. O atendimento já é familiar…

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    Delhi Darbar – Indiano muito bom

    Não sou um fanático de comida indiana, mas ainda assim, uma ou duas vezes por mês, costumo visitar restaurantes desta gastronomia. Apesar de saber que existem vários tipos de comida indiana, e que a gastronomia deste país é muito variada, o meu modesto conhecimento não me dá para saber a origem da mesma, se é do norte ou sul deste grande e populoso país. Mas vamos ao que interessa. Reserva feita pelo The Fork (vale sempre a pena espreitar as promoções, e neste caso 30% de desconto). Pela entrada, não nos apercebemos que entramos num restaurante indiano, pois não encontramos aqueles quadros coloridos com elefantes e quedas de água, habituais neste tipo de restaurante. Nada disso! Com uma decoração “clean” em tons de branco, com um balcão de bar e cozinha do lado direito. Se formos ainda mais atentos, encontramos quase sempre a dona ou gerente ( não sei) a…