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Bolo Rei!
Dia 6 de Janeiro é dia de Reis. Dia de se comprar um último bolo Rei. Este ano foi um fartote de experimentar em varias Pastelarias os vários sabores e estilos. Alguns foram péssimas escolhas, eram duros, com pouca fruta e com a massa ácida e escura. O melhor foi comprado na Pastelaria Califa. Massa fofa, carregado de fruta cristalizada e frutos secos. Aguenta alguns dias sem ficar uma pedra. Este ano vendaram cerca de 900 bolos no dia 24 de Dezembro, diz-me o Sr. Gonçalves . Os bolos não trazem nem fava nem brinde mas se o cliente quiser pode ele trazer e eles colocam depois de assinarem um termo de responsabilidade e leva o bolo com brinde e fava. Agora mais uma versão da história das muitas que há, do Bolo Rei. Quando os Reis Magos foram visitar o Menino Jesus, perto da gruta onde estava o Menino, tiveram…
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O melhor arroz de búzios da zona oriental de lisboa
Adoro passear na marina do parque das nações! É muito mais traquila que a zona norte! Há animação, há alguns bares com boa onda, que até nos dias frios, são simpáticos de estar: O Tejo à Vista funciona há muito tempo naquela marina, já teve vários donos e inúmeros chef’s. O espaço é simples e com bom gosto. A comida tem elegância e requinte. Descobri o arroz de búzios, que muito provavelmente é o melhor arroz de buzios da zona oriental de Lisboa. Super bem confeccionado, sendo que uma dose dá para duas pessoas. Há outras coisas deliciosas na lista, sendo que este novo chef tem a capacidade de ser muito criativo. Comi no outro dia um salmão com batata doce, que estava divinal. A lista de vinhos é variada, basta perguntar ao muito competente Nelson, que vinho aconselha! ele trata do resto. Não há duvida que uma casa, um…
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Tasca do Zé Russo
É um conceito de que gosto muito!Um espaço rústico, sem grandes pormenores, sem decoração elaborada, sem requintes. Por vezes, a limpeza pode deixar um pouco a desejar (o que não é o caso do Zé Russo).Mas a comida… essa é mesmo boa! O meu irmão, habituado a outra realidade — vive no norte da Europa, não conhecia o conceito de tasca tradicional.E o Zé Russo é exatamente isso: uma verdadeira tasca à moda antiga! Pratos fartos, feitos com aquele carinho familiar que já não se encontra em muitos sítios.Antes da pandemia, era comum ver uma fila de pessoas à porta, à espera de mesa! A decoração é muito simples, sem qualquer pretensão.A carta de vinhos, para uma tasca, é bastante razoável. Comi uma espetada de vitela acompanhada por um arroz de feijão malandro. Estava divinal!O meu irmão optou por uma posta de salmão, também excelente.Estávamos praticamente sozinhos, entrou apenas mais…
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Guia Michelin da Península Iberica
Não sei bem o que a culinária tem a ver com pneus de carros mas isso não interessa nada. O Guia Michelin é um guia turístico publicado pela primeira vez em 1900 por André Michelin, um industrial francês fundador da Compagnie Générale des Établissements Michelin, fabricante de pneus mais conhecida como Michelin. Editado em 30 países, o Guia Michelin distingue aqueles que os seus inspetores consideram como os melhores restaurantes e hotéis, sendo uma montra da cozinha mundial, e que demonstra o dinamismo culinário de um país, bem como as novas tendências e os futuros talentos. O Guia Michelin, cria valor para os restaurantes, atribuindo-lhes prémios todos os anos, contribuindo assim para o prestígio da sua cozinha e para o turismo dos países. Sao 12 inspetores da Península Ibérica, que realizam um trabalho de campo difícil para escolherem os melhores restaurantes. Membros da equipa liderada pelo inspetor-chefe, José Vallés, chegaram…
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Cozido à Portuguesa
Este prato tradicional começa a entrar no gosto dos portugueses a partir do século XVII, vindo de Espanha mas com uma ligeira nuance: sofreu a inclusão dos enchidos nacionais como a chouriça de sangue, o salpicão, o presunto e o toucinho entremeado, ganhando uma “alma” diferente. Gosto de cozido todos os dias. E já estou com água na boca só por estar a falar nele. Pode-se comer cozido em qualquer dia da semana , mas o domingo é quase consensual ser o dia de comer um bom Cozido a Portuguesa. É um prato típico de Portugal e é capaz de encher o estômago dos apetites mais vorazes, e até empanturrar. Não é um prato leve . Geralmente, é servido numa travessa bem grande, deixando à vista a variedade de carnes, enchidos e legumes que lhe dão forma. O “cozido à portuguesa” já perdeu a conta dos séculos que tem, sendo…
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Cilantro & Limón
Perto de casa abriu um espaço familiar onde se serve comida mexicana. Uma família Venezuelana, arriscou e veio para Portugal. Já dominam o Português, o que deixa toda gente feliz, um bom exemplo de integração. Inauguraram em março, mas uma semana depois eram obrigados a fechar. Foram para luta e desenvolveram o conceito de take away. A proposta é comer à Mexicana. No confinamento fui muitas vezes e ate acabei por fazer amizade com a simpática família. Agora o mundo voltou abrir, e o que há para comer na pequena esplanada? Tacos e Margaritas, tudo feito na hora, burritos de Carne de Vaca, Frango e Vegetariano. Há ainda um chilli maravilhoso. E os preços nada caros. Tem duas mesas no interior, mas admito que só me sentei na esplanada, que ate nos dias frios acaba por ser agradável. Vale mesmo apena conhecer esta família. Cilantro & Limón
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O bolo rei
Aqui somos de extremos: os portugueses gostam ou detestam o Bolo Rei. Mas quando o assunto são as tradições de Natal portuguesas, é impossível deixar de mencionar o famoso Bolo-Rei, uma iguaria que já se desfaz na boca dos portugueses durante a quadra natalícia há mais de 100 anos. No entanto, desenganem-se aqueles que acreditam que o Bolo-Rei tem origem em Portugal. Apesar da receita que hoje conhecemos ser tão típica e característica do nosso povo, a verdade é que o Bolo-Rei foi adotado por nós. De acordo com a lenda, o doce representa os três reis magos – Gaspar, Belchior e Baltazar – e os presentes que estes levaram ao menino Jesus no dia do seu nascimento. Assim, a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas cristalizadas representam a mirra e o aroma o incenso. De forma redonda, com um buraco no centro, é feito de uma massa…
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À Beira Mercearia
Diz-se que em tempos de crise, só os mais “atrevidos” arriscam… E é disto mesmo que vos vou falar… Há cerca de dois meses no caminho entre casa e o trabalho, deparo-me com algum movimento dentro de uma antiga pastelaria que já estava fechada há alguns anos, e que portanto, por alguma razão não vingou naquele local. Como gosto de conhecer “In loco”, o comércio local, resolvi entrar e ver o que me esperaria naquele novo negócio. Entrei e pedi um café, e tentar perceber o que tinham para oferecer… Num espaço não muito grande, metade está ocupado por enchidos, queijos, pão e vinhos regionais. Tudo com um denominador comum, todos (ou quase) são oriundos da região das Beiras, como o próprio nome indica. Apesar de também haver pão que chega diariamente do Alentejo. Mas não só de mercearias vive o À Beira. Também há comidas…e que comidas! Lembram-se daqueles…
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Jindungo Take Away
Á primeira vista, pode soar a restaurante ou mesmo uma mercearia africana, mas não, nada de picante. Pelo menos se não o solicitarmos. (Jindungo Take Away) Abriu há cerca de um mês, e portanto só agora decidi escrever sobre ele, para que pudessem “limar” algumas pequenas falhas da juventude. Entramos e deparamo-nos com um espaço bonito e bem decorado. Não mais do três mesas, daí o nome, mais vocacionado para levar para casa, o chamado Take-away. Mesmo de frente para a porta, um longo balcão dividido em três áreas distintas. A primeira conta com uns maravilhosos salgados, mas com recheios inesperados. A saber, uns croquetes de osso buco, com um recheio mais escuro do que o habitual, mas com a textura que gosto nos croquetes, ligeiramente “moles”. Passando ao seguinte, umas chamussas de deixar um indiano em sentido. Ligeiramente picantes, mas com um sabor que estimula todas as papilas gustativas.…