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Sushi Delícia
A propósito do meu “post” anterior (Kampai), e para que não pensem que sou elitista, em relação ao Sushi, aqui fica uma excepção à regra. Sabem, quando chegam a casa, cansados depois dum dia de trabalho, em que não vos apetece cozinhar, e perguntam para os “seus botões”…e hoje o que, e onde vou jantar?? Mas a preguiça é tão grande que não vos apetece tirar o carro da garagem e/ou conduzir, e olham à volta, para as ofertas no vosso bairro e pensam… E que tal um Sushi, sabendo que não tem a mestria, nem o requinte dos restaurantes da crónica acima mencionada, mas dá para “matar” o desejo!? Então vamos lá so fundo da rua (como o slogan duma rádio de referência, na àrea da informação). E ele lá está…o pequeno mas honesto Sushi Delícia, na Av. Helena Vaz da Silva, na Alta de Lisboa. Pequeno porque não tem mais de 12 lugares sentados, e honesto…
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Onda azul – Praia do Meco
Na praia do Moinho de Baixo no Meco em cima do mar há 2 restaurantes! O menos sofisticado é o Onda Azul onde me sinto da família. Um barracão de madeira sem pretensões com uma boa esplanada e tudo simples. A sala interior não tem graça nenhuma sem estética mas abrigada do vento que as vezes é impossível de se aguentar. Mas falando de comida tem as melhores amêijoas à bulhão pato e a de tomatada a Espanhola que é um consolo. Conhecendo a cozinheira fica tudo mais simples! Eu pergunto: as amêijoas são boas? Responde sempre o mesmo: do melhor e lá se come uma bela refeição a olhar o mar que é lindo!
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O Cantinho da Adanaia
Dizem que o restaurante que vende mais bacalhau será o Restaurante “O Cantinho da Adanaia” em Alverca. Um ótimo local para levar os amigos a comer bem. Tem um garrafeira variada e boa e as especialidades são o Bacalhau à Lagareiro e as Farófias. Ali servem doses generosas a até exageradas. Divide-se, come-se e ainda se leva para casa. Um dose de Bacalhau à Lagareiro da para 3 pessoas comendo bem e a vontade. É apresentado numa travessa onde o bacalhau vem amontoado como uma montanha e as batatas a volta, com azeite do bom. A sobremesa que se destaca, de se comer e ir aos céus são as Farófias tudo em doses generosas. O espaço não tem nada de especial talvez um pouco barulhento, mas não se vão arrepender. Bom apetite! O Cantinho da Adanaia
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Chocolates Arcádia
Eu guloso me confesso…adoro chocolates! Poderia sem problemas integrar um grupo de adictos denominado “chocolateiros anónimos”. Após a confissão, espero ser absolvido, pelo menos por este “crime”. A primeira vez que tomai contacto com estes chocolates de que vos vou falar hoje, remonta ao ano de 1999, altura em que numa deslocação ao Porto, fiquei instalado num Hotel bem perto da loja, no centro da cidade. Disseram-me: – Tens de experimentar os chocolates da Arcádia! É obrigatório! A medo lá fui, até porque desconfiava um bocado das marcas portuguesas de chocolates e comprei uma caixa para levar para casa, e só passado uns dias me dediquei à degustação propriamente dita. Confesso que dois ou três exemplares depois, não achei nada de especial, e não mais voltei aos Chocolates Arcádia. Até que… Uns anos mais tarde, e numa conversa entre colegas de trabalho, a meio do habitual café depois do almoço, uma delas…
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Uma surpresa agradável, DEZ TOSTÕES TINTO
Gosto de beber vinho na refeição, no outro dia a proposta era comer leitão! Fui ao famoso “Beiral“. Ha dois anos tinha almoçado com o produtor deste vinho, mas nunca tinha provado! A experiencia foi divinal, um alentejano delicado. Um vinho equilibrado, encorpado e persistente! Nariz intenso quente, com notas de fruta. Em resumo, vale a pena pagar um pouco mais e fugir aos vinhos da casa! Não foi caro, gastei 15 euros.
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Doces e salgados nas Laranjeiras
No bairro das laranjeiras abriu um casa de croissants! E pegou. Para entrar há fila demorada e só com sorte arranjamos uma mesa cá fora pra desfrutar do prazer de comer um belo croissant acompanhado de um cafe Que coisa boa! Fiquei fã de croissants 🥐 ! Numa pequena esplanada nas laranjeiras, servem croissant doces ou salgados. Há de chocolate, de ovo, de nutella, de geleia. De salgados podemos escolher de atum, presunto ou requeijão! Comer lentamente saboreando a massa crocante não será uma coisa boa da vida? Comer até encher a pança . Experimentem Melhor Croissant da Minha Rua
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Um dos melhores bifes de Lisboa – Café Império
Bifes ou bitoques há muitos! Tentei experimentar em vários restaurantes que dizem servir os melhores bifes de Lisboa. Não fiquei satisfeita, ou porque a carne é dura, ou porque o molho não é famoso ou porque as batatas são moles e fui andando sempre em busca do melhor. Finalmente encontrei no Café Império na Almirante Reis o melhor bife. O molho ensopado no pão leva-nos ao céu. A carne macia e as batatas estaladiças. Para quem não precisa de comer muito pode pedir 1/2 bife que fica bem. O espaço simpático mobilado a antiga também ajuda na perfeição. Aconselho.
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Xin
Há muitos restaurantes de outras culturas em Portugal. Uns são pura aldrabice, a melhor forma de tenta saber se são parecidos com a comida original é olhar para a clientela. Se sentirmos que os clientes são do sítio original, é porque estamos no local certo. Neste coreano de Odivelas estavam os funcionários da embaixada, o que só por si é um bom sinal. O restaurante do ponto de vista visual, nada tem de especial. É um restaurante de bairro! Agora a comida é opima, não sei o que comi, mas tudo tinha um sabor diferente e especial. Há uma mistura inteligente entre o doce e o salgado, entre o frito e o cozido! Adorei. Restaurante Xin . Rua Vieira da Silva 2 – loja direita Quinta Nova, 2675-215 Odivelas
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Kampai – O melhor sushi de Lisboa
Confesso que já sou apreciador de sushi muito antes da “moda” dos restaurantes de sushi (chineses e nepaleses) a cada esquina. O primeiro contacto que tive com esta gastronomia especial foi a convite do meu saudoso e querido Mestre Kobayashi (para quem não sabe, o impulsionador do Judo em Portugal). Um dia que não consigo recordar o que se comemorava,mas seguramente há mais de 30 anos, o Mestre convida alguns dos seus alunos (onde me incluia) para o primeiro contacto com a gastronomia do seu país. O restaurante, pequeno, com uma decoração oriental (japonesa) era propriedade do também saudoso chef Takashi Yoshitake, e chamava-se Aya, situado na Rua das Trinas, na Lapa, em Lisboa. A princípio estranhei aquele paladar de peixe cru, e sobretudo o pensar que o estava a comer. Aí foi também o primeiro contacto com os “pauzinhos” que eram uma coisa nunca vista (pelo menos por mim, na casa dos 16/17 anos). O…