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    Chocolateria San Gines

    Numa visita a Madrid o chocolate quente com churros é um programa irresistível. Este fim de semana fomos conhecer a Chocolateria San Gines! Fundada em 1894, é uma das mais antigas “chocolaterias” da capital. Localiza-se fora das ruas principais, no centro de Madrid, entre a Puerta del Sol e a Plaza Mayor. Ficou conhecida durante a Segunda República Espanhola como “la escondida”, pela sua localização particular na passagem de San Ginés, um beco longe de toda a agitação. Podemos apreciar o chocolate quente com churros dentro da “chocolateria“, na esplanada ou optar ainda pelo serviço take-away. Como estava muita gente à espera de mesa, e como o dia estava muito bonito, resolvemos optar pelo take-away. Saboreámos o chocolate quente com churros num banco mesmo no centro da Plaza Mayor. Churros acompanhados pela correria dos turistas em Madrid. Hala Madrid! Que bonita cidade. Voltamos em breve.

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    A Cantarinha

    Fui passar uns dias à Figueira da Foz. Não conheço bem a cidade mas tem algumas coisas que me cativam. Chegada a hora do almoço o restaurante que conheço e era uma referência, o famoso Teimoso, em Buarcos fechou definitivamente. O condutor do táxi muito amável aconselhou-nos o Cantarinha também em Buarcos. Sentámo-nos e começámos logo a gostar do espaço. O  Empregado nascido em São Tomé, educado e simpático trouxe-nos umas entradas com bom aspeto. Uns camarões frescos e gostosos. Um excelente patê e uma salada de polvo bem temperada.   Depois veio o peixe assado no ponto,  acompanhado de vários legumes. Optámos pelo robalo escalado e pela posta de peixe espada preto muito bem assados. As sobremesas todas caseiras caíram muito bem. O restaurante estava cheio e nós ficamos numa espécie de marquise com sol e bom ambiente. Tudo perfeito. Aconselho!

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    A Castanha

    Em Portugal apanham-se por ano, cerca de 40 mil toneladas de castanha. Muita castanha. Nas palavras do nosso escritor Aquilo Ribeiro o castanheiro é “o nosso derradeiro gigante da flora” ou mesmo“o rei da vegetação lusitana”. Considerada como a “árvore-do-pão” nas regiões a norte do Tejo, a castanha foi a base da alimentação antes da chegada da batata e a principal fonte de hidratos de carbono no norte da Península Ibérica. Esta árvore de folha caduca consegue crescer até aos 30 a 35 metros de altura e atingir diâmetros até 12 metros. É um fruto que lembra o Outono. Quando os dias começam a arrefecer, as ruas são invadidas pelo cheiro das castanhas assadas no carvão.  Todos as apreciam  quentes, boas, assadas, cozidas ou fritas. A Castanha e o São Martinho fazem parte do Outono português, marcam festas e Magustos de norte a sul do País. Em Portugal, a empresa…

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    Capa na Baixa

    Fomos de fim de semana até ao Porto. Que cidade tão bonita! Tivemos a sorte de ser recebidos com dois dias cheios de sol. Gosto tanto das cores da cidade do Porto. Como não podia deixar de ser, reservámos um jantar para nos deliciarmos com as típicas Francesinhas. Desta vez, como estávamos hospedados junto à Ribeira, fomos a pé até ao Capa na Baixa. Este restaurante / cervejaria situa-se mesmo ao lado do Teatro Rivoli. Apesar de ter optado pelo vinho, destaco a variedade de cervejas que nos é apresentada. As francesinhas estavam maravilhosas. Gostei do pormenor da ‘montagem’ das mesmas. Na cozinha são preparadas as francesinhas, que passam para um balcão e, antes de virem para mesa, são regadas com aquele molho especial, típico e maravilhoso! Do mesmo grupo de restaurantes, há ainda o Capa no Rio, junto à Alameda de Basílio Teles. Visite o Porto e delicie-se com…

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    Açores na Feira

    Há um restaurante Açoriano no campo de Santa Clara! Fiz a reserva e quando cheguei vi o restaurante totalmente cheio de estrangeiros, éramos por isso os únicos portugueses! O espaço é bonito, arrumado e a espadana agradável. Começamos por pedir uma morcela com ananás, que estava maravilhosa, pena ter esperado 40 minutos pela entrada! Pedi uma alcatra regional, que foi acompanhada por batata fria e ovo a cavalo, a carne estava muito boa, verdadeiro produto de qualidade! Quem me acompanhou comeu um bife de atum, que estava bom! Quanto às sobremesas, as que pedimos não estavam disponíveis. Como me sentei na esplanada foi abordado ao longo da refeição por pedintes, o que pode tornar a refeição menos agradável! Há ainda a ressalva pelo que paguei por dois copos de vinho 8€! Em resumo, um espaço numa zona antiga da cidade de Lisboa onde se come com sotaque das ilhas.

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    Restaurante Papo cheio

    Onde comer o tradicional cozido?  Não há restaurante que se preze que não tenha ao domingo o seu cozido à Portuguesa!  Na zona da avenida de Roma há um pequeno restaurante que está aberto ao domingo!  O Papo cheio, fica na rua Oliveira Martins 6 e é um típico restaurante de bairro.  Sem pretensões, apenas servir o típico português!  Os empregados são simpáticos, mas claramente sem formação!  O importante ali, é a comida!  Portuguesa com toda a certeza!  A carta de vinhos não é muito rica, mas mais uma vez reforço, a comida é sem dúvida o mais importante!  Comi o famoso cozido, estava ótimo.  Tinha as carnes todas, alguma eu até não gosto!  Farta em enchidos, e não fazem como grande parte dos sítios, encher a travessa com couve!  Vim para casa satisfeito, e conto voltar um dia  Vim de papo cheio   

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    L’Origine by Chakall

    Ontem almocei num restaurante que já conhecia, localizado no Parque das Nações em Lisboa. L´Origine by Chakall, um restaurante italiano muito especial. Chakall nasceu em 1972, na cidade de Buenos Aires. É filho de uma família de Roma que levou a comida italiana até à Argentina. Este restaurante, leva-nos às pizzas e à sua origem! Venha conhecer um restaurante italiano de verdade, cheio de tradição. Onde se sente muita dedicação em cada prato que é confecionado. As receitas são artesanais com ingredientes escolhidos a dedo. Destaco o especial empenho na preparação da massa para as pizzas, com maturação lenta entre 32 a 72 horas. Provámos a burrata de turfas para entrada, com legumes deliciosamente caramelizados. Seguimos para a pizza La Bresaloa, com parmesão e rúcula, que tornam esta pizza uma viagem de sabores. A simples lasanha estava maravilhosa. O risotto de camarão com raspas de limão apresenta-nos uma mistura única…

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    O melhor pastel de nata do ano

    Fui a correr a Damaia a Padaria da Né, ver se o pastel de nata é bom! É sim. Mesmo muito bom. Foi então o vencedor do concurso do Melhor Pastel de Nata de  2021. Este concurso é um evento anual que integrou a programação do 17.º Congresso dos Cozinheiros, organizado pelas Edições do Gosto, e que decorreu em Oeiras. Nesta 12.ª edição do concurso, a Padaria da Né, situada na Damaia, foi a grande vencedora entre os estabelecimentos da Grande Lisboa. A casa situada na Rua Carvalho Araújo nr.7 venceu o concurso com os pastéis de nata de fabrico próprio, recolhendo a melhor pontuação dos jurados nas provas cegas. Em terceiro lugar ficou a Pastelaria Patyanne, em Castanheira do Ribatejo, e o segundo lugar ficou entregue à Pastelaria Aloma, em Campo de Ourique. Parabéns a Padaria Né!

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    Pastelaria Petinga Doce

    Fui visitar Caminha bem ao norte de Portugal e andei à procura de doces da região. Localizada quase ao lado da praça principal, encontrei a Pastelaria Petinga Doce com um ar moderno e com um excelente atendimento ao público. As vitrines com diversos bolos, todos eles especialidade da região. O atendimento é rápido e profissional, os pedidos são servidos rapidamente e com simpatia. A Pastelaria dispõe de alguns sofás para se puder conversar relaxadamente com os amigos. Gostei. Aconselharam-me a  experimentar duas especialidades: um Caminhense e uma Petinga Doce e gostei imenso do Caminhense feito com uma massa de pão de ló ultra fofo e recheado com um gostoso creme pasteleiro. Este doce só é possível encontrar em Caminha e aconselho-vos vivamente.