Coisas Boas em Alta
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    H3 Hambúrgueres

    Hoje é o dia de escrever sobre um dos pratos mais tradicionais do mundo: o hambúrguer. Popularizou-se nos Estados Unidos, onde começou a ser vendido nos quiosques e nos fast foods. Ao longo dos anos, passou por transformações, e também virou gourmet.  As origens do hambúrguer são incertas e rodeadas de mitos e histórias, porém é bem provável que tenha sido preparado pela primeira vez da maneira como o conhecemos, no final ou começo, do século XX. O hambúrguer moderno aparece devido as necessidades de se comer rapidamente, de uma sociedade que mudava devido à industrialização e, portanto, tinham menos tempo para preparar os alimentos e perder tempo nas refeições. Também dizem que ele começou a ser confecionado na cidade de Hamburgo na Alemanha.  Confesso que nunca tinha comido um Hambúrguer do h3. Passava pelo restaurante e não o escolhia. Agora fui almoçar com uma amiga ao Colombo e ela queria comer a força…

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    Volver de Carne Y Alma

    Fui convidada para um jantar de família. Um sobrinho fazia anos e o jantar foi no Volver no Lumiar. O espaço é cheio de charme e decorado com muito bom gosto. O restaurante estava cheio com as mesas todas ocupadas, mas o atendimento foi de tal maneira diligente e sem atropelos que rapidamente chegaram as entradas. Uma empanadas crocantes parecidas com pequenos pastéis de massa tenra.   Claro que os pratos fortes são as carnes Argentinas maturadas durante 20 e 40 dias e para mim, escolhi para repartir um Baby Bife com a carne muito tenra que estava muito bem temperada e senti o sabor do sal e de outros temperos desconhecidos. Veio acompanhada com arroz de coentros e batata frita no ponto e muito fininha.  Com a sobremesa uma agradável surpresa. Um doce chamado Pavlona que se apresenta como uma bola azul de merengue que a tradição Argentina obriga a partirmos o topo com uma colher e ficar estalada como o degelo de um glaciar.  A bola azul representa o Glaciar Perito Moreno que é o maior dos 356 glaciares que formam o Parque Los Glaciares, e é visitado por milhares de turistas. Achei uma belíssima proposta de doce como eles dizem talvez irreverente, que consegue envolver todos os que estão na mesa.   O recheio é composta de morangos, chantilly e um saboroso creme. Também dizem que esta sobremesa tem o nome de Pavlona em homenagem a Bailarina russa Anna Pavlona.   Não sei mas também não há qualquer problema neste pormenor.   Um restaurante que não é barato, nem podia ser, onde tudo parece andar sobre rodas e tudo é feito para agradar a quem escolheu para festejar o seu aniversário. Hei-de Volver ao Volver. Aconselho vivamente!  Parabéns a toda a equipa! 

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    Restaurante O Cabanense, o melhor cabrito da linha de Sintra

    Tenho o saudável hábito de acompanhar o Clube Oriental de Lisboa nas deslocações fora! Tenho funções no clube e por isso lá vou eu atrás da equipa! Para além do jogo em si, vou na descoberta de sítios para comer! Ontem o COL, jogava em Sintra contra o 1º de Dezembro. Sai de casa sem saber muito bem onde comer, acabei por parar a meio do IC19! O restaurante fica em Barcarena, é o Cabanense! Tem um parque de estacionamento, e à hora que chegámos (12.10) já estava bem composto! Parece que o restaurante era na zona de Massamá, mas devido a problemas com um senhorio “Chato” mudaram-se para este lugar! Uma moradia muito grande, perto da rotunda das seleções! Havia muita coisa boa para comer, e avaliando a fila do take-away, é um dos mais populares restaurantes da zona! Fiquei a salivar e cheio de dúvidas a olhar para…

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    Nas Avenidas Novas em Lisboa

    Nomada Sushi – A qualidade paga-se Eu e o sushi foi mesmo como aquela frase do Fernando Pessoa “primeiro estranha-se e depois entranha-se”. Ou seja, primeiro naquela ideia de comer peixe cru quase me repugnava, mas depois de me habituar passei a gostar intensamente desta forma de culinária vinda do Japão. Assim, ao longo dos anos fui comendo sushi um pouco por todo o lado e, nuns casos mau, noutros sofrível e noutros bom ou mesmo muito bom. Entre os que se situam algures entre o bom e o muito bom está este Nomada, situado na zona das Avenidas Novas, em Lisboa. Nunca lá tinha estado pelo que se tratou de uma descoberta. Decoração moderna, sem ser extravagante. Serviço eficiente e rápido são duas notas de destaque neste Nomada que prima pela qualidade dos pratos. Como entradas vieram umas gyosas vegetarianas (7€) e um crocante de camarão (14€) seguidos de…

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    Restaurante Província

    Hoje trago-vos mais um restaurante italiano do grupo Non Basta. É no coração da cidade de Lisboa, mais concretamente na Avenida da República, que se localiza o restaurante Província. Este espaço traz-nos o lema do Campo na Cidade. E de facto foi isso mesmo, senti-me na cidade com os sabores do campo. Entramos e somos recebidos numa zona com um magnífico bar que nos convida a tomar calmamente um aperitivo. Fomos para a clássica bebida italiana, o Aperol. Adoro a sua cor e frescura. Dirigimo-nos para a nossa mesa. Os meus parabéns a quem concebeu este espaço. É um restaurante sofisticado, onde somos recebidos num chão epoxy Azul Klein que contrasta com o maravilhoso trabalho em mármore de Estremoz, quer do mobiliário fixo quer nos frisos e revestimentos. Em relação ainda à decoração, somos mergulhados na luz envolvente e intimista dos abat-jours vermelhos. Bom, mas vamos então à nossa refeição!…

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    Katsuo Sushi Bar

    Ontem fui almoçar ao Katsuo Sushi Bar perto do Campo Pequeno em Lisboa. É um restaurante japonês que adoro! O ambiente é muito acolhedor, com poucas mesas e serviço ao balcão. Gosto da sua dimensão familiar, que permite um atendimento bastante personalizado. Mas vamos ao que realmente interessa e, antes de mais nada, os meus parabéns ao Chef André Oliveira. O sushiman e proprietário do Katsuo Sushi Bar, a quem entregamos sempre a escolha daquilo que vamos comer. Como fomos almoçar, acompanhámos a refeição com um chá de gengibre e limão. Adoro! Para começar uma salada de vegetais leve e fresca. Seguiram-se gyosas de legumes com molho agridoce. Um requintado carpaccio de salmão e vieiras trufado. E ainda o mix de atum, salmão e peixe branco com lima, cebolinho e kimuchie. Depois veio o maravilhoso prato de sushi com a assinatura do Chef André Oliveira. Claro!! Destaco a criatividade destes…

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    Restaurante Dona Mimi

    O ditado “nunca voltes onde foste feliz” não se aplica ao Restaurante Dona Mimi, provavelmente o restaurante mais alto de Lisboa, já que se situa no Campo das Amoreiras, paredes meias com a pista do Aeroporto Humberto Delgado, e na fronteira com o Concelho de Loures. Foi dos primeiros artigos que escrevi para este espaço e achei que esta casa tinha (e tem) muito potencial. Na altura falei do facto de ser uma pastelaria/restaurante e que graças à boa cozinha, poderia vir a tornar-se uma referência na zona. Um ano depois voltei, e eis quando fui surpreendido com a renovação do espaço e já sem a zona da pastelaria e assumiu-se como um restaurante por inteiro. Na altura só serviam almoços e eu na altura também falei do facto deste encerrar cedo. Pois a Dona Mimi, agora trabalha até mais tarde e em boa hora o fez. Serve jantares, e…

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    Mister India – Uma excelente opção de cozinha indiana

    Parece que estamos em casa O titulo não deixa enganar: o Mister India é um pequeno restaurante situado na zona de Campolide. E, por ser pequeno já que tem apenas uma dúzia de meses transmite aquela sensação de quase estarmos em casa. Mas para essa sensação há mais alguns factores: vemos a cozinha onde se processa todo o trabalho culinário e, até se faz parte do serviço de mesa. Explicando melhor, há apenas um emprego, que é cozinheiro, serve às mesas e faz as reservas, além de entregas ao take-away. No nosso caso calhou-nos ir buscar, abrir e servir a garrafa de vinho que acompanhou a refeição. Mas compensou: as entradas de chamuscas (com mais massa que o habitual) estavam bastante boas, tal como o pão nan com alho e o outro com queijo. Os molhos que acompanhavam estavam no ponto sem ser demasiado picantes. Para prato principal e como…

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    Julinha Restaurante

    Depois de uma reunião de trabalho na Maia, que acabou tarde e por estarmos a caminho de Ponte de Barca, fomos jantar ao restaurante Julinha na Trofa. A noite estava fria, chegámos perto das 22h00 e fomos muito bem recebidos. Com profissionalismo e simpatia dirigiram-nos para uma sala ampla mas bastante acolhedora. Este restaurante tem produção própria de vinho. Escolhemos assim o Julinha tinto, um vinho de cor intensa, encorpado mas bastante leve. Foi uma excelente opção. Para entrada picámos uns pimentos padrão que estavam muito bem cozinhados e delicadamente temperados com sal grosso. Como prato principal seguimos a sugestão que nos foi dada e experimentámos o conhecido tataki. Uma carne de vaca com alguma gordura que lhe dá bastante sabor. Este carne é grelhada mesmo à nossa frente. Para acompanhar optámos por um arroz de cogumelos e queijo, cozinhado também no momento, que estava divinal. Para terminar, e já…