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Restaurante O Pote
Descalços em Tempos de BotasLivro de João Almeida Descalços em Tempo de Botas pretende contar histórias simples. Histórias e memórias de gente de um pais que cantava, falava e que contava. O autor acredita que só é possível construir um futuro melhor se conhecermos o passado, as raízes de onde viemos. Nem é possível avaliar o presente sem sabermos o que já fomos, o que tivemos, o tempo em que vivemos. Como povo e como comunidade, quer nas aldeias ou nas grandes populações Beirãs e Transmontanas é fundamental lembrar sempre o sacrifício de heróis, heroínas e até protagonistas anónimos. Hoje, venho evocar mais uma vez, aqueles que são a extensão da nossa casa, da nossa cozinha, aqueles, que fizeram parte da nossa história, que são a nossa família sem terem o nosso sangue, ouvintes e confidentes, os empregados de mesa ou balcão que nos servem sempre com um sorriso. Falar…
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Adega do Silva
Há cada vez menos restaurantes tradicionais, quando encontro um fico todo animado. Há muito o conceito do contemporâneo onde se misturam sabores e culturas gastronómicas – este Adega do Silva é um restaurante tradicional, onde podemos levar a família mais velha sem criar constrangimentos. Quando entrei a sala principal estava lotada com uma festa de aniversário, por isso fui levado para um espaço muito confortável a que chamam “a tenda”. Por estar cheio de fome atirei-me às entradas, comecei por comer um requeijão com azeite, que estava divinal. Como pratos principais escolhi um caril de gambas e uma massinha de cherne com camarão. Os dois pratos estavam muito bem feitos, boa textura. Pedi picante, o que não foi necessário porque estava muito bem apurado. Como sobremesa veio o tradicional arroz doce, solto, muito cremoso. A lista de vinho é boa, apesar de haver pouca opção em meias garrafas. Adorei esta…
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Viagem ao Nepal
Caro leitor, infelizmente esta viagem é apenas gastronómica, e não para usufruir das paisagens fenomenais desta região. O restaurante chama-se Love Lisbon, o que tem tudo a ver com o que aqui se encontra (estou a ironizar). No entanto e se pensa que é uma viagem ao Nepal mais tradicional desengane-se. Esta catedral da comida nepalesa situa-se em plena Praça do Martim Moniz e tem duas formas de lá chegar. Ou apanha o elevador do Centro Comercial Martim Moniz e desloca-se até ao 4º andar, ou então pode entrar junto à entrada Sul do Hospital de São José. Aqui chegados, o espanto é total porque a casa (grande) está cheia de naturais do Nepal e para além disso tem uma banda que toca música rock e pop ao vivo. Pode ouvir-se os grandes êxitos nepaleses e também músicas internacionais como Coldplay, Beatles, etc. Bom, mas vamos ao que lá nos…
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A Metamorfose
Metamorfose significa mudança, é a transformação de algo, e foi com um misto de emoções que assisti e acompanhei desde a primeira hora á transformação da saudosa pastelaria Mané, onde em tempos fazia uma paragem obrigatória para comer os croissants com uma massa inigualável feita pela Chef Sónia, na Barrosã, restaurante que foi buscar a sua designação numa clara homenagem às origens da Familia Castanheira, bem como à gastronomia assente na qualidade da carne do Barroso. RAÇA BARROSÃA raça Barrosã distingue-se das outras pela sua armadura considerável, que se projecta quase verticalmente e em forma de lira, assim como pelas suas formas harmoniosas e a carne de características organolépticas inigualáveis. Embora deva o seu nome ao planalto do Barroso, iniciou a sua expansão no Minho, onde quase substituiu a Galega, chegando mesmo a povoar concelhos como a Maia e o Porto.Estamos perante uma raça de dupla aptidão, trabalho e carne,…
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Atendimento e comida muito boa “Em alta”
Restaurante Maria Peixeira Vale a pena voltar Do restaurante Maria Peixeira já tinha ouvido falar, melhor até já tinha lido algumas critica. Como tudo nesta vida: umas boas, outras bem tanto. Assim sendo, num destes dias fomos até ao restaurante na Avenida Miguel Bombarda, em Lisboa, sendo que, também, existe outro em Odivelas. Primeiro ponto positivo: a decoração, não sendo espetacular é agradável, o segundo ponto afavor está (e isso iria revelar-se ao longo da refeição) no atendimento bastante profissional(algo raro nos dias que correm, infelizmente), que sem ser intrusivo foi sempre eficaz. O terceiro aspeto positivo está, naturalmente, na comida. Para começo um cesto de pão a acompanhar o pica-pau de atum, que estava bastante bom. Seguiu-se um Polvilho do Algarve no Forno e uns Filetes de Robalo com batata doce no forno e feijão verde salteado, bastante bem confecionados e saborosos. A acompanhar vinho branco do Douro, num…
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Massa Mãe – Pão Artesanal
Num deste sábados de manhã perdi-me no bairro de Benfica. Descobri com uma amiga de trabalho uma padaria artesanal. A 100 metros do local já se começa a sentir o cheiro maravilhoso do pão no formo. A Massa Mãe produz pão de qualidade, utilizando produtos de muita qualidade. Quem me atendeu, recebeu-me com um grande sorriso e recomendou-me ligar primeiro para encomendar. Comi uma baguete que estava muito estaladiça. Ainda tive direito a um pouco de uma broa de milho, já que quase tudo eram encomendas. A broa estava ótima, sem sentir o peso da farinha. Sei também que uma das especialidades é a Focaccia de Fermentação Natural com Batata e Infusão de Azeite, mas que não estava disponível naquela manhã. Sem dúvida que o pão é a base da nossa alimentação, mas acabamos por nos habituar ao que os supermercado oferecem, que grande parte das vezes não é de…
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Restaurante Alqueire
Quinta-feira fria, a pergunta é sempre a mesma, onde é que vamos almoçar? Num sítio quentinho e confortável, era a permissa. Vamos ao Alqueire! Para quem não sabe, o Alqueire fica paredes meias com a Gare do Oriente, na Rua Conselheiro Lopo Vaz em Lisboa. Aqui chegados, logo o calor do forno a lenha que está estrategicamente instalado no meio da sala, primeiro aquece-nos a alme e depois aquece-nos o corpo, já que é aqui confeccionado o prato do dia das quintas-feiras, o famoso Cabrito em forno de lenha. Pedimos o Cabrito, e de facto há uma diferença abismal entre esta confecção e a confecção num formo eléctrico ou a gás. Desde já porque o Cabrito não fica seco e absorve todo o sabor do fumo da lenha, depois porque assa uniformemente sem queimar. Vamos então à prova deste prato que confesso ser o meu preferido e onde poucas, muito…
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Restaurante “D’ Bacalhau”, Parque das Nações
Reabriu o D’ Bacalhau no Parque das Nações. Está de cara lavada, mais luz e com aproveitamento para as salas do primeiro andar, que agora estão preparadas para receber grupos. A noite estava fria, mas mal entrei senti um conforto, a temperatura na sala estava ótima. Estou no paraíso do bacalhau, tudo neste espaço é uma dedicatória ao peixe mais consumido em Portugal. O restaurante D’ Bacalhau está em todos os guias, por isso não era de estranhar ser dos poucos Portugueses no local. Para começar provei o famoso pastel de bacalhau, acabados de fazer com uma boa textura. Para acompanhar a refeição o chef Júlio brindou-me com uma maravilhosa garrafa de vinho do Tejo “Félix Rocha“, de cor rubi e bem intenso. Foi sem dúvida a escolha certa. Como entrada fui mais uma vez surpreendido com um mix ao alhinho, camarões, polvo e bacalhau. A surpresa é juntar tudo…
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Adega Courense
É na localidade de Pirescoxe, perto de Santa Iria da Azóia, e residência do “Camarada Jerónimo”, quiçá o habitante mais mediático desta terra. Ao chegar a Pirescoxe toda a gente conhece o expoente máximo da gastronomia e que dá pelo nome de Adega Courense. Se está com pressa para almoçar tem duas alternativas, ou vai por volta do meio-dia ou então depois das duas e meia, já que neste intervalo encontrará uma fila de pessoas à espera depois de terem dado o nome no interior. Maioritariamente frequentado por famílias e casais, pelo menos ao domingo, que foi o dia desta visita. Aqui este vosso criado teve de esperar meia-hora por uma mesa. E valeu a pena? Já vamos ver… Qual é então o segredo deste Adega Courense. A relação qualidade/preço e a simpatia com que somos recebidos neste ambiente minhoto. Convidados a sentar, logo nos é colocado á frente um…