Coisas Boas em Alta
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    Soalheiro

    Não me cai bem…mas caiu!!! Aceitando um convite para cozinhar em casa de um amigo, o prato escolhido foi arroz de búzios. Não sei, mas tenho para mim, que o arroz de búzios, está no top dos pratos preferidos deste meu amigo. Era para mim uma responsabilidade porque, confesso nunca tinha feito tal prato. Ainda por cima não podia falhar porque ele preparou este jantar com todo o requinte. Quando digo requinte, passo a explicar…de entrada um patê fenomenal, acompanhado de tostas, um queijo alentejano líquido, de comer à colher…e para acompanhar a confecção do prato principal, um vinho especial. Quando olhei para a garrafa, torci o nariz, porque olhei para o rótulo e li…vinho alvarinho. E porquê? Porque sempre que bebo vinho verde, este não me cai bem…até hoje!! Que surpresa, este vinho de nome Soalheiro, do ano 2020. Servido num bom copo de vinho branco, este estava na…

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    the Rye Stuff – Dois Corvos

    Hoje quero falar numa IPA da dois corvos Uma cerveja com 5.6 de alcool. Muito intensa e meia pesada. Loira, com sabor a malte e alguma fruta, que não consigo destinguir qual. as notas de prova dizem que foi produzidas com cevada, centeio, aveia e trigo, aromatizada com os lúpulos Mosaic, Amarillo e Azacca. O preço pedido pot garrafa é de 3,5 euros. Tomei gelada, mas muito provavelmente, o ganhará potencia se não estiver tão fria. Claramente para apreciadores de cerveja com muitos anos de experiencia. Gostei, mas admito que não mé uma cerveja para toda a gente!

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    Wheat See Ker – Dois Corvos

    Admito que sou grande fã das Weiss, por isso quando a dois corvos me enviou os novos paladares, fiquei muito entusiasmado para provar! Aqui temos uma perfeita cerveja de trigo! Bem feita, sinto leveza! Para beber bem fresca! Tem 4,5 graus de álcool, mas nem se sente! Decidi encomendar comida tailandesa, que estava muito picante, mas a harmonia com a está bela cerveja, deu-me uma experiência incrível! Sinto que no verão vou consumir imenso está wheat see Ker Maravilhosa

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    Senhor Doutor

    Nesta altura de confinamento o consumo de vinho dispara, e ainda bem para os produtores em Portugal. Há uma carga emocional muito grande, ou porque estamos há vários dias fechados em casa ou porque estamos muito preocupados com a saúde pública. É normal consumir um pouco mais que o habitual. Agora, o certo é beber umas coisas melhores, para não destruir muito o fígado (que imagem horrível). No outro dia fui provar um Senhor Doutor, e nem estava doente. É um touriga nacional produzido na herdade da Maroteira em Évora-monte. Vinho muito intenso, mais para o seco, com alguma acidez no final. Acompanhei com carne bem temperada, o que fez disparar a minha experiencia. Há um ligeiro paladar a madeira com alguma fruta, direi, ameixa- Em restaurante paguei cerca de 14 euros, que não achei nada caro. Nunca vi em supermercado! Foi uma boa experiencia, recomendo!

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    A aguardente

    Ao domingo gosto de ir ao cozido em Marvila! Na zona do poço do bispo há vários restaurantes que servem cozido!São mais ou menos iguais! Mas é tradição há muitos anos comer cozido no último dia da semana! Até ouvi uma história de um senhor que também tem esse hábito, pede um cozido para dois e uma garrafa de vinho, passa a tarde a comer e a beber! No restaurante jardim do poço do bispo também há cozido!Tem os enchidos todos e é bem servido! Mas o que acho mais piada é uma garrafa que anda de mesa em mesa! É uma aguardente caseira, feita com mestria na terra do proprietário! Este néctar não é cobrado aos clientes! É uma verdadeira bomba! Muito forte, acabando por aquecer qualquer coração mais frio!No outro dia pedi para me venderem uma garrafa! Custou-me 6€ por uma litro de aguardente numa garrafa de água…

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    Espumante Alentejano

    Se nos lembrarmos de Espumante, a última região de que nos lembraríamos, é sem dúvida, a região do Alentejo. Normalmente pensamos na Região da Bairrada, na de Távora Varosa, ou mesmo nas Regiões do Vinho Verde. Produzido na região da Vidigueira, no Baixo Alentejo, este Espumante, Herdade dos Veros, é uma verdadeira (e agradável) surpresa. Aberto o vinho, solta no ar, um aroma a frutos cítricos, mas sem conseguir definir qualquer um deles, o que denota um bom equilíbrio. Enchidas as “flutes”, sim porque isto de fazer a prova dum Espumante trazido por um amigo, tem que se lhe diga. Já na “flute” conseguimos observar um vinho de cor clara, com reflexos de dourado, já quanto ao grau alcoólico, segundo indicações do Produtor este anda a rondar os 11,5 º. Quanto ao aroma, pareceu-me um vinho muito frutado, que deixa no final um gosto prolongado a especiarias, fresco, encorpado e…

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    Vinho verde

    Eu não sei quase nada de vinhos mas os verdes gosto e muito. Um copo de vinho verde rejuvenesce-me e sabe-me muito bem.  Gosto de saber as novidades deste vinho e até recebo informação específica sobre vinho verde. Algumas pessoas torcem o nariz quando se fala em vinho verde alvarinho. Alvarinho é uma casta branca da espécie da Vitis vinifera originária de norte de Portugal. É a mais nobre das castas brancas portuguesas e produz um vinho de elevadíssima qualidade. Alvarinho é uma uva típica portuguesa, originária de Melgaço, região dos vinhos . Mas os espanhóis tentam reivindicar sua origem, alegando ser da Galiza. Lá leva o nome de Albariño.  É uma das castas brancas mais notáveis e considerada, por muitos, a melhor de Portugal. Tem baixa produção, pois os  seus cachos são pequenos e com muita semente. Apesar dos bagos serem pequenos, a uva tem a pele grossa o que permite…

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    Encostas do Enxoé

    Há uns anos o meu pai falava-me neste vinho! Dizia-me que bebia este vinho a um preço muito simpático numa tasca no bairro Alto. Decorei o nome e sempre que vejo peço! talvez seja uma homenagem que faço ao meu velhote, que ate deixou de beber há vários anos (talvez fosse mais feliz se tivesse continuado a beber um tinto ao almoço). É um Alentejano intenso, o meu irmão até falava que parecia doce, esse doce vem da fruta talvez ameixa e um toque a baunilha (há quem diga que tudo me sabe a baunilha). Como alentejano que é sinto um sabor a madeira, mas acaba por ser suave. Como dizem os entendidos tem um final de boca longo! Acompanhei este vinho com um prato de carnes bem temperado, o que potencia este néctar. Acabei por pagar 14 Euros pela garrafa, o que acaba por ser um preço muito bom…

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    Licor beirão

    Este licor para mim, sabe-me sempre bem e a pouco. Ponho uma pedra de gelo e aos golinhos bebo o cálice todo. Um dia exagerei e além de ficar muito sorridente e a achar que o mundo era lindo não consegui andar sem fazer uns esses. A história de Licor Beirão está intimamente ligada à da publicidade em Portugal. O fundador da marca, José Carranca Redondo, apostou desde cedo em formas criativas e arrojadas de comunicar o seu produto. Muitas dessas campanhas são, ainda hoje, recordadas pelo público. Apenas um ano depois de ter adquirido a fábrica de licores onde trabalhara em menino, José Carranca Redondo pediu um empréstimo para produzir e distribuir cartazes em estradas e cafés de norte a sul do país. Neles anunciava a sua bebida: Licor Beirão. Foi a primeira grande campanha publicitária de uma marca portuguesa.  Seguiram-se a construção de outdoors, ainda em madeira, chapéus de papel oferecidos em…