Coisas Boas em Alta
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    Restaurante Cantinho em Celorico de Basto

    Celorico de Basto é uma bonita Vila do Norte de Portugal, situado num local de grande beleza natural, entre as Serras do Barroso e do Marão e o planalto de Montelongo. Todos os anos realiza-se a Festa das Camélias. Há camélias naturais lindas e feitas de papel que ocupam jardins e praças da vila. E foi por isso que fui almoçar ao Restaurante Cantinho. A cozinha á vista não tem segredos, uma decoração simples mas de bom gosto. A comida é muito boa e farta, com sabor optimo. Variedade de pratos para todos os gostos. Pedimos dois pratos: vitela assada com uma carne macia e saborosa e bacalhau á Cantinho com broa e não sei dizer qual deles o melhor, todos maravilhosos. Veio para acompanhar vinho verde branco e tinto da casa de produtores da zona . Para sobremesa pedi uma mousse caseira de Oreo fora de série. O atendimento simpático…

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    A(mar)ia Café 

    Fui desafiada, por umas amigas, a experimentar um restaurante que foi recentemente renovado.   Todas as indicações que recebi sobre o A(mar)ia Café foram maravilhosas e confesso que fiquei desconfiada. Também por isso, decidi arriscar para tirar “as teimas”.  Quando cheguei ao local, surpreendi-me. Excedeu todas as recomendações.  O A(mar)ia Cafe está super bem localizado, no Largo Vasco da Gama na Costa da Caparica, bem próximo do areal. A “casa azul” sobressai no quadro urbanístico e, assim que entramos, sentimos todo o peso do quotidiano desaparecer. O ambiente leve e tranquilo traz a energia da praia até à mesa.  A casa estava cheia, mas nenhum funcionário deixou de nos receber com um sorriso. Olhámos o menu e percebi que estava perante a tarefa mais complicada: escolher!  Espreitei os pratos das mesas do lado, na esperança que isso me ajudasse na decisão, mas em vão.  O menu é variado, com opções para todos…

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    Pastelaria Cister

    Gosto de ir lanchar na confeitaria ou Pastelaria Cister, na Rua da Politécnica. Ao entrar vemos logo várias imagens de um dos maiores escritores portugueses  Eça de Queiroz.  Eça ao se formar em Direito, começa a criar a sua rotina, e uma das paragens era nesta pastelaria, para tomar uma bica e um pastel de nata. Fundada em 1838, a pastelaria do Príncipe Real era famosa por causa da marmelada feita em formas de bronze, segundo a receita dos monges da Ordem de Cister que geriram a casa desde o princípio do século XX até meados dos anos 40.  Os tempos mudaram mas tomar um café e um queque fofinho ao fim da tarde torna-se muito agradável. Sempre cheia tanto com gente sentada como ao balcão há muito por onde escolher. O pão vendido também é óptimo e as tostas são uma maravilha

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    Lume, um cozido com classe

    Já tinha ouvido falar no Restaurante Lume, mas nunca tinha ido. Fiz a reserva para as 12h30. Fui recebido pelo Rodolfo, que acima de tudo é muito competente e tenta mostrar o que de melhor tem para oferecer. Como tinha ouvido dizer que os petiscos ali eram de facto especiais, comecei a minha refeição com croquetes e um pastel de massa tenra. Tinham sido acabados de fazer, carne verdadeira, o pastel tinha um ligeiro paladar a marisco. acompanhados por mostarda e maionese. Estavam mesmo deliciosos. Depois veio o cozido à Portuguesa, era o prato especial de domingo. Nunca tinha visto uma bandeja tão organizada, com todos os enchidos e carnes de primeira. O prato estava bonito e a meu pedido sem as cartilagem que nada gosto. Para terminar a refeição pedi umas farófias, que tinham um ligeiro paladar a limão. Tenho de referir também o pão e o queijo que…

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     Cinnamon – Restaurante Indiano Penha de França

    Adoro explorar coisas novas.Ir a sítios que nunca fui.Por vezes a experiência acaba bem e volto.No fim de semana passado fui visitar um pequeno restaurante indiano na avenida Afonso III, o  Cinnamon – Restaurante Indiano Penha de França Cheguei cedo e o espaço já estava bem composto!Deram-me uma mesa numa segunda sala, onde se ouvia bem alto música indiana. A simpatia do staff era maravilhosa, sorriso aberto e sempre pronto a ajudar. Entregaram-me a lista e indicaram-me quais os pratos mais picantes!Pedi um caril de camarão (bem temperado e picante q.b.) e um frango marinado num molho que levava lascas de amêndoa, este muito menos picante e intenso. Como entrada pedi as famosas chamuças indianas, pedi de frango. Não eram do outro mundo, mas de bom nível. Adoro pão indiano e por isso veio também um “Naan” de queijo que estava maravilhoso. A refeição foi simpática, senti conforto e vim…

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    Leitão assado

    Um dos pratos mais conhecidos, tendo sido nomeado para as 7 maravilhas da Gastronomia de Portugal , sendo por muitos amado e por outros detestado. Com a sua pele crocante e carne de sabor intenso eu gosto e muito. Meio húmido e carne macia. Pedi pela Uber/eats uma refeição de leitão do Zé do leitão do Colombo. Quando vi a embalagem fiquei admirada com a apresentação. Uma bonita caixa onde lá vinham as batatas fritas uma coca cola e um copinho com o saboroso molho. Estava estaladiço e soube-me optimamente. Uma curiosidade: ao contrário do leitão de Negrais que é assado aberto, o da Bairrada é enfiado no espete fechado com uma pasta de sal e pimenta no seu interior.

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    A Chanfana do Restaurante “O Tacho” no Bairro Azul, Lisboa. A importância de escolher um prato típico das origens dos proprietários.

    No coração de Lisboa, no pitoresco Bairro Azul, encontra-se o Restaurante “O Tacho“, um verdadeiro refúgio da autêntica gastronomia portuguesa. Entre os pratos mais emblemáticos e deliciosos da sua ementa de hoje encontrava-se a divinal chanfana de cabra, uma iguaria que tem raízes profundas na história e na tradição culinária. A chanfana, um prato típico da região Beirã, remonta a tempos antigos, mais precisamente à terceira invasão francesa. Conta a lenda que foram as freiras locais que, em resposta à necessidade de proteger as suas cabras e ovelhas dos soldados invasores, conceberam esta fórmula gastronómica brilhante. A carne das cabras velhas, lentamente assada em vinho tinto, adquiria uma textura tenra à medida que o molho gorduroso solidificava, mantendo-a preservada durante meses. Este método engenhoso não só protegia o precioso gado da célere podrefação, mas também resultava numa iguaria de sabor incomparável. Outra versão conta que no início do ano de…