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O Cabrito no Eliseu dos Leitões
Há cerca de um mês que tinha combinado provar o cabrito no Eliseu dos Leitões. Já tinha estado neste espaço em Carnide e tinha ficado surpreendido com o leitão, que segundo consta é o melhor de Lisboa. O jantar estava marcado para as 8 da noite, mas como foi com colegas da rádio, sabemos todos a importância dos horários. Uma hora antes já estávamos na esplanada do Eliseu dos Leitões a provar a cerveja Topázio. Bem feita, produzida em Coimbra, parecendo uma verdadeira cerveja artesanal. Ainda estávamos a desfrutar da nossa cerveja e já o competente empregado, preparava a nossa mesa. Fomos logo brindados com uns maravilhosos croquetes de Leitão Depois veio o rei da noite o Cabrito. Segundo entendi, o “bicho” esteve no forno umas cinco horas e estava divinal. Foi acompanhado por batatas a murro, grelos e um arroz de miúdos. O arroz de miúdos segundos os especialistas…
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Pampilhos
Há meio ano que entrei na escola de Padel, “Vive Padel” nas instalações da Decathlon Oriente. Fui criando lanços afectivos com a turma e por isso decidi organizar um jantar de Natal. Mandei fazer um bacalhau e cada um dos convidados brindou com algo de especial. O António Pinheiro, um dos mais talentosos professores de Padel da escola decidiu brindar-nos com os famosos Pampilhos. Doce tradicional de Santarém.Nunca tinha provado, apesar de ter passado algum tempo da minha infância no Cartaxo, já que o meu avô era notário na vila ribatejana. O Pampilho é uma massa enrolada num doce de ovo, com canela e parece que o que provei tinha amendoim.Tem uma forma comprida para homenagear os campinos, parecendo a vara que é usada para guiar o gado. Vale a pena ir a Santarém para provar esta bomba calórica!Os pampilhos que provei foram feitos na Pastelaria Bijou, segundo li, uma…
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Café Restaurante “Altinho”
Fomos em grupo até Palmela a um local de nome Lau ao Restaurante Altinho. Íamos experimentar a tao falada massada de Sapateira. Quando entrei, as minhas suspeitas confirmaram-se. É, de facto, um espaço simples, arejado, com ambiente familiar e decoração sem pretensões. Estava cheio uma vez que se come bem por um preço muito acessível. De facto, há muito tempo que não me recordo de ter comido tanto. A massada tem de ser encomendada e lá aparece o empregado com um panelao cheio de boa comida. Para além da sapateira, vem coberta de camarão, sendo a coinfecção esmeralda, muito apurada, levemente picante, e finalizada como eu gosto com coentros picados, que lhe dão um aroma irresistível. Escusado será dizer que o almoço durou mais de duas horas, já que foi necessário ganhar fôlego para repetirmos três e quatro vezes. E serviço em pratos de sopa e foi uma belíssima surpresa.…
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A Caçarola 2
Na Figueira da Foz come-se bem. Há muita variedade e bons cozinheiros. Desta vez fui ao Caçarola 2, que fica em frente do Casino. A sala é confortável e o atendimento profissional e competente. Como entrada vieram umas Amêijoas à Bulhão Pato com um molho para molhar o pão bem bom. A dose veio bem servida. Juntamente pedimos uma concha gratinada pequena mas deliciosa. Como prato principal houve uma hesitação mas fomos para o bacalhau à Brás muito suave e bem temperado. As sobremesas eram diversas e escolhi uma tarde com gelado que me caiu no estômago lindamente. Tudo muito bem confecionado, bem apresentado e muito saboroso. Com vinho e cerveja ficou perto de 30€ por pessoa. A voltar.
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Eliseu dos Leitões
Estava há muito tempo com vontade de comer um leitão. Dizem que em Lisboa não se serve bom leitão. Quem bom mesmo, é na Bairrada! Li algumas críticas positivas do Eliseu dos Leitões, e arrisquei. O GPS dizia que ficava em Carnide velha, por isso decidi estacionar perto do Largo da Luz. Foi um verdadeiro disparate, já que o Eliseu dos Leitões, fica no novo Condomínio Parque Colombo, muito longe para ir a pé do Largo da Luz até ao espaço. Mas até me fez bem o passeio a pé, cheguei ao Eliseu dos Leitões cheio de fome! O sitio é simpático, há garrafas de vinho por todo o lado e não cheira nada a comida (90% dos restaurante de leitão cheiram muito a comida) Comecei a refeição com croquetes de leitão, que estavam um pouco salgados, mas cheios de carne. Devorei num abrir e fechar de olhos. Estava tentado…
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Show Cooking
Quando vou a Figueira da Foz nunca deixo de ir ao Mercado. Respira-se uma atmosfera especial misto de alegria e descontração. Desta vez estava com curiosidade em assistir a um Show Cooking fazendo comida sustentada com a abóbora. Tudo se aproveita e provei um arroz cremoso de abóbora e barriga de porco salgada. A chef da cozinha estava a cargo de Filipa Sotto Mayor do restaurante o Pifo. A abóbora é um legume rico em pigmentos. Por ter ótimas qualidades a abóbora também protege os olhos contra os raios UV emitidos pelo sol e contra a luz azul emitida por computadores e telefones celulares, prevenindo a formação de cataratas. Provei o prato e estava divinal. Bem saboroso e requintado. Que bela ideia está do Show Cooking no Mercado.
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Farófias
Desde criança que há uma sobremesa de colher, que gosto muito ou melhor adoro e que não falta à mesa em dias de festa. É o meu doce de eleição, não só pelo paladar como pelo belo aspecto em que se apresentam. No Restaurante Cabaninhas em Alfornelos, as farófias destacam-se pela sua suavidade e textura. São impecáveis! Julga-se que a tradição deste doce, em Portugal, não seja anterior ao século 18, ou não tenha sido obra de registo por ter sido considerado uma receita simples e fácil. Em livros de culinária aparece referenciado como Nuvens, Farofa, Bazófias e “Oeufs à la neige”. Independentemente da sua origem, a verdade é que em Portugal a sua tradição é muito antiga. Às colheradas vou saboreando este doce que é feito com claras em castelo, ovos açúcar e canela. E dizendo: que bem que me está a saber!
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O Cabrito Estonado de Oleiros: Uma Delícia Gastronómica Preservada pela Adega dos Apalaches
Portugal é conhecido pela sua rica tradição gastronómica, e uma das iguarias mais apreciadas do país é o Cabrito Estonado de Oleiros. Situada na pequena aldeia de Roqueiro, frequesia do Estreito em Oleiros, é famosa por preservar esta arte culinária única, mantendo viva uma maravilha da gastronomia Lusitana. O restaurante Adega dos Apalaches, que se destaca nesta tradição, oferece aos seus clientes uma experiência gastronómica inesquecível. A técnica do estonado confere ao cabrito uma característica distintiva: ao contrário do processo tradicional de esfola, o animal é rapidamente escaldado em água a ferver logo após o abate. Este escaldar delicado permite a remoção dos pelos, deixando a pele do cabrito limpa e lisa. O termo “estonado” deriva do facto de se extrair aquilo que está à tona, à superfície. Ao manter a pele intacta, o cabrito estonado adquire uma textura estaladiça e não perde gordura, o que resulta numa carne suculenta…
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1º Direito
Era dia grande de aniversário e muita família e amigos foram convidados para ir até Monsanto jantar. Muito movimento na zona com dezenas de atletas a praticar râguebi e ténis. O Restaurante escolhido foi o 1º Direito. Curiosa do nome fui saber donde veio este interessante nome. Foi o 1 Clube da faculdade de direito. Muitas fotos de râguebi pelas paredes mas o clima estava animado. Quem está a frente do Restaurante é o conhecido Pedro Rebelo de Andrade que teve tempo e paciência para me falar do espaço. Depois dos aperitivos e do bar aberto foi servida a sopa que era um creme de alho francês polvilhado com cebola frita. Uma delícia! A seguir buffet com um prato de peixe “lombinhos de pescada com molho de camarão” e de carne “lombinhos de porco recheados com ameixas e vinho de Porto“ Várias saladas muito frescas. Num ambiente descontraído e de…