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Bom Malandro, tinto 2021
Cheguei a casa com vontade de cozinhar bacalhau no forno. Há algum tempo que não sentia este prazer: cozinhar, ouvir música e desfrutar de um bom vinho. Para tornar o momento ainda mais especial, decidi abrir um “Bom Malandro” de 2021. É um vinho jovem, com grande potencial de evolução. Não seria má ideia guardar algumas garrafas para beber mais tarde. Este Douro está bem conseguido, com bom corpo e notas delicadas de fruta vermelha. Embora tenha 14% de álcool, passa despercebido devido à sua suavidade. O “Bom Malandro” faz parte da seleção trimestral da Enoteca Clube do Vinho e revelou-se mais uma agradável surpresa. Com um preço de mercado de 9€, oferece uma excelente relação qualidade-preço. O bacalhau estava delicioso, e o “Bom Malandro” foi, sem dúvida, a escolha perfeita.
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Quinta de Camarate Winemakers Selection
Sou cada vez mais fã da Enoteca Clube de Vinho. Todas as suas sugestões acabam por ser verdadeiras descobertas. Recentemente, abri uma garrafa de Quinta de Camarate Winemaker’s Selection para acompanhar um prato de carne assada no forno. É um vinho com um aroma frutado, equilibrado e muito bem elaborado. Apesar de ser macio, não deixa de apresentar uma complexidade interessante. Produzido pela José Maria da Fonseca, chega ao mercado por 9,50€, com um teor alcoólico de 13,5%. Durante a degustação, surgiu a discussão sobre se o vinho teria estagiado ou não em madeira. Eu defendia que sim, por sentir um leve aroma a baunilha, mas, na verdade, o vinho não passou por madeira. Acredito que este vinho ainda tem muito potencial para evoluir. Guardei uma garrafa para abrir dentro de 10 anos. É uma excelente escolha. Recomendo vivamente.
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Um vinho da Geórgia
Desconhecia que a Geórgia tinha uma tradição vinícola. Recentemente, um amigo que sabe do meu gosto por produtos de qualidade ofereceu-me uma garrafa de “Badagoni”. Este vinho é produzido no Vale de Alazani, uma região com uma longa tradição na produção de vinhos, como descobri durante a minha pesquisa. Num jantar especial, decidi abrir a garrafa sem saber o que esperar e fui surpreendido. É um vinho excecionalmente bem elaborado, ideal tanto como aperitivo como para acompanhar sobremesas. Apresenta um toque ligeiramente adocicado, com uma leveza e suavidade notáveis, além de ter 12% de teor alcoólico. Os aromas florais destacam-se e conferem-lhe uma complexidade única. Foi, sem dúvida, uma agradável surpresa.
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Herdade Aldeia de Cima Alyantiju
Convidado para jantar em casa do meu primo, o prato principal era uma galinha frita picante. A minha única tarefa era levar os vinhos. Decidi optar pelo Herdade Aldeia de Cima Alyantiju, uma verdadeira pérola oferecida pela Enoteca Clube do Vinho. Sem saber ao certo o que esperar, abrimos este magnífico néctar. Bastou sentir o aroma para perceber que não estávamos perante um vinho comum, mas sim algo de grande caráter. De cor vermelha intensa, revela-se complexo, com aromas a frutos vermelhos. Na boca, é extremamente elegante, com um final persistente. Com 14% de teor alcoólico, trata-se de um vinho muito especial. De origem alentejana, apresenta leves notas de madeira que o tornam ainda mais interessante. Como o prato tinha um toque picante, a escolha revelou-se acertada. Com um preço a rondar os 60€, não é certamente um vinho para todos os dias, mas para ocasiões especiais. Fiquei completamente rendido.…
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Quinta do Boição Reserva
Estou encantado por me ter tornado sócio da Enoteca Clube de Vinhos. Tenho provado vinhos muito interessantes a preços bastante simpáticos. Hoje gostaria de partilhar a minha experiência com o Quinta do Boição Reserva. Trata-se de um vinho produzido na região de Lisboa, mas o seu toque amadeirado transportou-me para o Alentejo. É um vinho de cor intensa, com um aroma a fruta madura. Ao provar, senti a delicadeza de um vinho macio, mas com um final prolongado. O Quinta do Boição Reserva é ideal para ser consumido com pratos intensos, como uma carne bem temperada, por exemplo. É um vinho com estrutura, apresentando 14,0% de álcool. Está disponível no mercado por 12€. Segundo li, este vinho só tem a ganhar com o envelhecimento; se o abrir daqui a 5 anos, terei certamente uma agradável surpresa. É um tinto perfeito para o verão, devido à sua frescura. Vale mesmo a…
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Ventozelo Reserva tinto 2021
Tornei-me sócio do clube de vinhos Enoteca. Este clube tem-me surpreendido pela qualidade dos vinhos que oferece a um preço muito razoável. O primeiro vinho que encomendei foi o Ventozelo Reserva Tinto 2021, um vinho do Douro de cor intensa. No paladar, destaca-se o sabor a frutos silvestres, com nuances doces e especiarias que não consegui identificar. É um vinho equilibrado, com um final prolongado. Abrimo-lo para acompanhar uma carne bem temperada, o que talvez não tenha sido a melhor escolha, já que este vinho é bastante suave. Com 13,5% de teor alcoólico, surpreende pela sua suavidade, não aparentando a potência que possui. O preço de mercado ronda os 12€, mas em alguns locais pode ser adquirido por um valor ligeiramente inferior.
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Cem Reis
A noite estava quente. Tinha jogado uma partida intensa com a malta do padel. Combinámos um jantar, onde se comeu muito bem. Regámos a refeição com um vinho branco normal, sem grandes notas a destacar. Após a refeição, o Gonçalo (um verdadeiro especialista em vinho) decidiu brindar-nos com algo muito requintado. Mandou abrir um “Cem Reis“, um clássico da Herdade da Maroteira. Já tinha provado produtos desta casa, mas este ainda não. Um vinho poderosíssimo, com notas fortes de madeira achocolatada e compota de frutos do bosque. Taninos bem presentes. Um verdadeiro acompanhamento para uma degustação de queijos e enchidos, e foi isso que o responsável do “Tropical do Meco” fez. A experiência foi, de facto, maravilhosa. Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Na boca, é encorpado. São 16% de álcool, mas não se sente, porque o vinho é…
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CRF XO Fine & Rare
Juntei a malta lá em casa para um jantar. A ementa era composta por tanta coisa que parecia Natal. Muitas entradas, dois pratos e sobremesas. Já tinha prometido a um dos meus amigos que no próximo jantar teria no final uma CRF XO Fine & Rare. Tinha conhecido o produtor uns meses antes, o João Maria Portugal, que me contou tudo sobre a sua produção. No final da entrevista brindou-me com esta maravilhosa garrafa. Só a embalagem deixa-me em sentido, é cuidada, bonita e cheia de requinte. Como se de uma obra de arte se tratasse. O estojo vem complementado com as cordas e o lacre, tornando o ato de abertura algo de especial. Fica a estagiar em barricas com 70% de álcool, o processo para que chegue ao mercado com 40% é demorado e leva muita água. O resultado final é uma bebida riquíssima e complexa de paladares. Saltam…
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Este vinho branco é a entrada para quem aparecia só tintos
Há meses que andava a desafiar o meu amigo Gonçalo Branquinho para provar o que de melhor se produz no nosso país. O Gonçalo é um especialista e tenho aprendido muito com ele.Há umas semanas recebia a “Taboadella 1255 Grande Villae Branco 2021“. Num fim de tarde quente abri o novo branco.Já por si foi um erro já que o vinho tem uma esperança de guarda de 10 anosFoi servido fresco.E o mineral e couro foi o que saltou ao nosso paladar.Há também fumo a dominar a nossa prova.Tem um final longo.Sentimos de uma forma delicada o paladar a baunilha já que este vinho ficou a estagiar em barricas de carvalho francês novo. Não há fruta, e a madeira aparece de uma forma subtil. Este vinho prova que a região do Dão voltou a ser competitiva como num passado distante. São 13.5 de grau alcoólico num vinho com um aroma…