Coisas Boas em Alta
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    Pacheca reserva branco 2020

    Fui convidado para um jantar e decidi levar um mimo. Não tinha a noção do que estavam a fazer na nova Quinta da Pacheca, mas arrisquei. A noite não estava quente, a convidar um tinto, mas eu tinha levado um branco. O jantar era arroz de pato à antiga, muito bem confecionado (horas na cozinha). Abri a garrafa, cheirei e o aroma a fruta era predominante. Frutos brancos, frutos tropicais e ligeiramente a limão. Quando o bebi senti o sabor intenso a baunilha. Começámos a olhar para a garrafa e a tentar descobrir as castas usadas. Facilmente entendi que este vinho esteve a estagiar em barricas de madeira por isso este paladar a baunilha. Este vinho chega ao mercado a 15€. É equilibrado, com 13,5% de álcool. Foi sem dúvida uma boa experiencia!

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    Dark Arts

    Continuo a explorar o universo das cervejas e, desta vez, decidi comprar a Dark Arts. Uma cerveja preta do Reino Unido com 6% de alcool. Tem sabor a café, com notas de gemada de ovo. Foi uma surpresa quando provei. Tem uma espuma suave, é muito rica, nada a ver com as cervejas industriais que estamos habituados a beber. Uma sensação na boca luxuosamente suave é seguida por notas picantes. Talvez com um ligeiro toque a chocolate. Fiquei encantado. Já tinha comprado há algum tempo mas ainda não tinha metido na máquina. Ao consultar a fatura, verifiquei que paguei 19€ pelo barril, o que acho exagerado, mas vendo bem as coisas é um preço justo, já que é de facto uma bela cerveja.

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    Hapkin

    O tempo começa a aquecer e a minha vontade de beber cervejas leves aumenta também. Descobri esta rica cerveja Belga, a Hapkin. Gostei e comprei um barril para consumo próprio. A Hapkin é loira e tem um corpo bastante cheio e cremoso. É uma cerveja muito fresca e florida, sabor frutado e perfumado. Não tinha ideia que as cervejas Belgas fossem assim, achava que tinham um corpo mais intenso, mas a Hapkin é muito leve, nem parece uma cerveja artesanal. São 8.5% de álcool que não se sente, tal é a leveza. Tem uma cor limpa, de um dourado translúcido. Segundo investiguei, começou a ser feita com uma receita que data de 1877. Originalmente produzida pela cervejaria Louwaege, mas que agora terá mudado de dono. Dou-lhe um claro 7, numa escala que vai até aos 10. É bem feita, ótima para uma conversa, acompanhada por uns amendoins.

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    “Murder Banana”

    Sou grande fã de cervejas diferentes. Vou mais longe: gosto de coisas diferentes, fora da caixa. A “Murder Banana” da Dois Corvos é de facto muito diferente. Uma bebida envelhecida em barricas de bourbon, dando-lhe um corpo maravilhoso. Fiquei totalmente fã da série “Murder”, já tinha provado a “Murder Porto”. Chegou a vez de provar a de banana. Que bela cerveja! O paladar a madeira é o que se destaca. Há também notas de fruta, com banana no topo. Não é um produto para ser consumido com comida, nem mesmo com amendoim. A experiência é para ser feita sem mais nada. É pesada com um alto valor alcoólico! Adorei, recomendo!

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    “Belgian Dubbel” da Fermentage

    Gosto de facto de coisas diferentes! Se for para beber cerveja industrial, fico em casa. Por isso quando quando visito uma fábrica de cerveja, escolho coisas que tenham sempre algo de diferente. Desta vez fui à fabrica da Fermentage, em Marvila. No passado, o espaço tinha a fábrica da cerveja Lince, hoje é a Fermentage. O local está mais arejado, perdeu o palco mas ganhou frescura. Fui atendido pela Joana, que só sei o nome, porque perguntei como se chamava a cerveja e ela respondeu “Joana”. A “Belgian Dubbel” é de cor escura, não é preta e tem um paladar leve e pouco intenso. Sabe a chocolate, café e tem um toque final a folhas de figueira. Paguei 3,50€ por uma imperial. Gostei da experiência, a repetir!    

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    “Murder in Porto”

    No sábado antes do jantar decidi passar na fábrica da Dois Corvos. Como tenho uma máquina em casa para tirar imperiais quando saio gosto de provar coisas diferentes. E foi isso que aconteceu no sábado. Bebi algo de muito diferente. “Murder Porto”, uma cerveja artesanal que estagiou em barricas de vinho do Porto! Daí o sabor bem marcado a madeira e a baunilha. É uma Imperial Stout, que acaba por ganhar o prémio da melhor cerveja artesanal do ano em Portugal. É rica em paladares! Reconheci também chocolate e café. São 11% de álcool e senti bem esse peso. Tem muita estrutura e uma espuma aveludada. Adorei a experiência, fiquei totalmente rendido! Paguei 6.5€ por um copo de imperial que me pareceu excessivo, apesar de estarmos a provar o que de melhor se produz em Portugal.

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    Mama Chiara

    Achei graça à embalagem e como estava em promoção, comprei um barril de dois litros. A Mama é uma loira Italiana artesanal muito suave. Nascida em 2014, por isso é muito nova ainda. De espuma ligeira e muito viva. Por não ser filtrada. nem pasteurizada, parece ser mais pura, sem o paladar das industrializadas. Tem um teor alcoólico de  5,2%, mas é a leveza que marca esta loira. Cerveja de cor amarelo claro, sabor fresco, amargor equilibrado. Tem sabor a frutos cítricos e cereais. No inicio da degustação senti uma entrada doce e levemente amarga. Sinto que é uma cerveja de verão, pouco intensa e muito fácil de beber. Achei muito caro, paguei cerca de 17€ pelo barril. Porquê este nome?  Ma.Ma são as iniciais de Matteo e Maria Cristina, filhos do casal que produz esta artesanal. Gostei da experiência, e voltarei a comprar se encontrar outras coisas da marca.

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    Vanilla Stout da Musa

    Noite de sexta feira. Estava muito frio, tinha um jantar marcado para as 8 da noite. Saí cedo e passei na nova fábrica da Musa, em Marvila. A temperatura de facto não convidava ao consumo de cerveja. Subimos ao terraço que tem uns aquecedores gigantes, criando um ambiente (apesar do frio) acolhedor. O meu irmão pediu uma Vanilla Stout. Nunca tinha ouvido falar, mas fiquei impressionado com a beleza do copo. Provei, e fiquei rendido. Boa espuma, tem um sabor a chocolate e a café e ligeiramente a baunilha. Muito cremosa e com teor alcoólico acima da média. Fiquei muito fã, uma cerveja imperdível! Gosto muito também deste novo espaço da Musa. Fácil de estacionar (apesar de eu ter ido a pé) e com um ambiente muito calmo. Assim, o inverno não custa a passar!

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    Cedro do Noval tinto 2021

    Quem me dera ser rico! Um desejo que muita gente tem. Mas a minha riqueza serviria para coisas simples, como, por exemplo, entrar num restaurante e pedir um vinho sem olhar para a lista. Dar essa escolha ao empregado de mesa. Foi o que aconteceu no outro dia, num jantar de família em que a responsabilidade da escolha recaiu sobre o empregado. “Veja se tenho capacidade para pagar isso!” Foi servido um “Cedro do Noval”. Mas que boa escolha! Um vinho com ligeira nota a carvalho, baunilha e chocolate. Muita classe em toda a experiência. Tem uma cor vermelha rubi. Como esteve a estagiar em barricas de carvalho, há um leve sabor a madeira. São 14,5% de álcool, mas não se sente, porque é um vinho requintado. Não contem com muita intensidade, há uma leveza que fica. No final, veio a conta e pagamos 28€ por esta experiencia deliciosa. Vale…