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Edelweiss Wheat
Comprei no início da Primavera uma máquina para tirar imperiais. Tem sido uma diversão, chego a casa com sede, vou buscar um copo e tiro uma imperial. Comprei uma SUB Compact da Krups. O único problema é que as cervejas estão na Holanda e entre encomendar e chegar são no mínimo 4 dias. No início não arriscava e só comprava coisas que conhecia. Há dias decidi provar a Edelweiss Wheat, uma cerveja loira de trigo. Tem uma cor baça, mas de grande paladar. Como sou grande fã de cervejas de trigo, foi fácil gostar desta. São quase 5% graus de álcool, mas nem se sente. O paladar é maravilhoso. Um barril de 2 litros custa 10€, mas vale a experiência. Para beber com moderação, tanto num dia quente , como num dia frio.
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Montaria branco
O domingo estava quente. Qual seria a melhor escolha para o almoço? Algo fresco, com sabor a fruta, onde a madeira estivesse presente sem ser de uma forma intensa. A minha escolha recaiu no Montaria branco 2018. Uma surpresa, corpo robusto, aromático, onde a fruta se sente, diria ameixa e cereja em destaque. O seu lado ácido acabou por ser a escolha certa para um caril apimentado. Tem 13 graus de álcool, mas nem se sente. Pode ser encontrado a 5€, um preço muito razoável para a qualidade deste vinho. Portugal tem, de facto, vinhos de grande qualidade a preços muito razoáveis.
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Delirium Tremens
14€ por uma cerveja é dinheiro! Mas valerá a pena ter esta experiencia? São quase 9 graus de álcool. Uma cerveja loira, bem conseguida de paladar forte. A Delirium Tremens é cor amarela dourada, com notas de casca de laranja, damasco e banana. A espuma não enche o copo, mas mostra a sua presença. É mais amarga que doce. No nariz há um cheiro a malte. Fiquei fascinado com a beleza da garrafa, terá sido no fundo o grande motivo que a comprei. Parece uma obra de cerâmica. Talvez o preço seja excessivo, mas a experiencia foi maravilhosa. Deve ser bebida a 4 graus e foi exatamente o que fiz:
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Marquês de Borba Espumante Rosé 2017
Foi no mês passado que tive o prazer de conhecer João Maria Portugal Ramos, filho do famoso produtor de vinhos João Portugal Ramos. A conversa obviamente foi feita à volta do vinho! O João de uma forma simpática ofereceu-me várias garrafas de vinho, onde estava incluido o Marquês de Borba Espumante Rosé 2017. Fiquei a saber quem em Portugal é um razoável produtor de espumantes, havendo esse habito de beber sobretudo no verão ou em datas importantes. Este Marquês de Borba Espumante Rosé 2017 é mesmo um vinho de verão, fresco e muito frutado. Usando castas Pinot Noir, Touriga Nacional e Aragonez, o que lhe confere uma leveza maravilhosa. Sente-se citrinos e uma cor alegre no copo. Tem cerca de 11% de álcool, dai essa leveza toda. Este espumante chega ao mercado por cerca de 15.49€ Recomendo num fim de tarde acompanhado de uma boa conversa com amigos.
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Sables Fauves
O final de tarde estava quente e convidativo a um vinho, fresco e leve. Fui aconselhado a experimentar um vinho francês, mas que está disponível em Portugal. O Sables Fauves branco de 2018. Não dava para ter começado melhor a minha noite de sábado. Um vinho leve, com odor a maçã e a pera. Apesar de ser algo leve, tem um final prolongado. Dizem que é excelente para acompanhar uma refeição leve, eu tomei sozinho e foi muito agradável. Em Portugal este vinho é vendido a cerca de 15€ por garrafa. Um preço justo para a qualidade do vinho. Que seja um verão com boas escolhas.
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Pouca Roupa
No jantar da passada quinta feira tropecei num vinho que me deixou, pelo nome, com vontade de provar. “Pouca Roupa”, um tinto de 2021. Produzido por João Portugal Ramos, uma verdadeira surpresa. Um alentejano, com um final a madeira suave. Destaco como nota de prova o sabor a fruta vermelha, talvez morango. No odor, destaco a cheiro a baunilha. É um vinho simples, para usar no dia a dia. Chega ao mercado por 5€ e vale mesmo a pena ter uns quantas garrafas em casa. Acompanhei este vinho com umas plumas de porco preto, acabando por ser uma escolha certa. Um vinho muito fácil de beber!
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Tapada de Chaves
Há dias, fiz aniversário. E fui surpreendido com várias festas. Uma delas foi bem regada com um maravilhoso Tapada de Chaves 2015. Uma reserva especial, será exagerado da minha parte, mas sem dúvida um dos melhores vinhos que bebi nos últimos tempos. Um vinho fácil, com boa estrutura, onde a fruta vermelha sobressai. Como grande parte dos vinhos do Alentejo, este tem um aroma leve a madeira. Elegância é a melhor forma de definir este Tapada de Chaves 2015.
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De um grande produtor de vinho do Douro, Atalaya Talaya r Rspda Cinta de Rui R. Madeira
Dois grandes vinhos tintos Para quem tem a paciência de ler as minhas crónicas já sabe, que em matéria de vinhos, acho que o país vinícola é a região do Douro. Eu sei que o país tem outros bons vinhos, mas esta é uma questão de gosto e este meu inclina-se para a região do Douro. Sendo que, em bom rigor, estes dois vinhos que vos trago não são bem do Douro, ou melhor um deles não o é. Mas é de lá perto, muito perto. Em comum têm, porém, a mão de um especialista (que não conheço) chamado Rui Reboredo Madeira. Estou a falar-vos de um Atalaya de 2021 (designação Beira Interior) e um Espada Cinta de 2019, ambos com o dedo deste enólogo e com uma característica em comum: o facto de serem vinhos de uvas de altitude (acima dos 500 metros), algo que o meu palato aprecia,…
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Granja Amareleja
Disseram-me que era um vinho muito bom e a preço muito razoável. Num destes dias tropecei no Granja Amareleja num corredor de vinho de uma grande superfície. Por cerca de 7 € levei para casa, esperando por uma ocasião com amigos para abrir a garrafa. Um amigo decidiu cozinhar lá em casa um prato marroquino e em boa hora abri a garrafa. Vinho intenso, com aroma a madeira e chocolate. É equilibrado na boca com sabor a fruta madura. Uma escolha certa para um prato meio apimentado. Vinho de 14 graus, mas não se sente nada o peso do álcool. O Granja Amareleja é um puro vinho alentejano, um vinho com o sabor tradicional da zona, onde a madeira é bem vincada. Adorei e vou repetir a experiência.