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“O meu nome é Lucy Barton” de Elizabeth Strout
Que livro bonito! Adoro ler na praia; é relaxante. Sol, mar e um bom livro. “O meu nome é Lucy Barton” é uma história sobre amor. Uma mãe acompanha a sua filha no hospital após uma operação. As coisas não correram bem, e a paciente tem de ficar mais alguns dias a recuperar de uma infeção. O livro faz uma viagem ao interior dos personagens, revelando suas histórias e permitindo-nos sentir o amor entre as pessoas. É uma obra doce. Já tinha lido outras obras de Elizabeth Strout e achava que ela escrevia sem muita pontuação. No entanto, aqui, ela demonstra toda a sua capacidade narrativa e seu lado sensorial. Gostei imenso! A leitura é muito fácil. Embora haja momentos mais duros, a vida é assim mesmo. É perfeito para ler na praia em duas tardes..
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Cem Reis
A noite estava quente. Tinha jogado uma partida intensa com a malta do padel. Combinámos um jantar, onde se comeu muito bem. Regámos a refeição com um vinho branco normal, sem grandes notas a destacar. Após a refeição, o Gonçalo (um verdadeiro especialista em vinho) decidiu brindar-nos com algo muito requintado. Mandou abrir um “Cem Reis“, um clássico da Herdade da Maroteira. Já tinha provado produtos desta casa, mas este ainda não. Um vinho poderosíssimo, com notas fortes de madeira achocolatada e compota de frutos do bosque. Taninos bem presentes. Um verdadeiro acompanhamento para uma degustação de queijos e enchidos, e foi isso que o responsável do “Tropical do Meco” fez. A experiência foi, de facto, maravilhosa. Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Na boca, é encorpado. São 16% de álcool, mas não se sente, porque o vinho é…
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“Jogo final” de Daniel Cole
Tenho lido coisas muito interessantes, histórias com personagens de grande profundidade emocional. Para desanuviar, alterno com leituras mais leves. Sem querer menosprezar, a literatura policial é um género que, na sua construção, acaba por ser bastante repetitivo. É de fácil leitura, mas pode tornar-se cansativo por isso. Admito que, tão cedo, não voltarei a pegar neste género. “Jogo Final” de Daniel Cole não é um livro mal escrito. A trama gira em torno de um agente da polícia reformado, encontrado sem vida num quarto fechado por dentro, com todos os indícios a apontarem para suicídio. Uma equipa é então formada para desvendar este mistério. Com diálogos curtos, parágrafos concisos e muita ação, é o típico livro para se ler na praia, mas que provavelmente não deixará grandes memórias no futuro. Depois desta leitura, senti a necessidade de fazer uma pausa nas minhas aquisições de livros policiais. Estou cada vez mais…
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“Estrada para Los Angeles” de John Fante
De férias e a desfrutar, aproveito o tempo para pôr a leitura em dia. Já me tinha cruzado com este livro e acabei por comprá-lo: “Estrada para Los Angeles“, que conta a história de Arturo Bandini, um jovem de 18 anos cheio de sonhos. As fantasias são tão mirabolantes que passei o tempo todo a sorrir. Arturo Bandini vive com a mãe e a irmã em San Pedro, o porto de Los Angeles. Com a morte do pai, tem de assumir responsabilidades e começa a trabalhar, apesar de não ter maturidade para isso. É um universo de fantasia, cheio de disparates, mas quem nunca passou por essa fase de amadurecimento? O livro foi publicado em plena Depressão Económica Americana e revela a dificuldade de uma família italiana na integração numa nova vida. “Estrada para Los Angeles” é uma obra de fácil leitura; li em duas tardes na praia. Ao terminar…
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“Trilogia” de Jon Fosse
Estou de férias! Para mim, é um tempo de pausa que aproveito para recuperar de toda a agitação da minha vida. Tempo para ler, beber uns copos e apanhar sol. Estava mesmo a precisar deste tempo para mim. Quem me acompanha aqui sabe que o Kobo se tornou inseparável. Nada como escolher antes de sair de casa o que vou ler na praia. Há muito tempo que queria conhecer a obra do prémio Nobel da Literatura, Jon Fosse. Escolhi no Kobo uma pequena obra que se lê em duas tardes ao sol. “Trilogia, Vigília | Os Sonhos de Olav | Fadiga” é uma alegoria sobre o sonho e a procura de uma vida melhor. Um casal procura abrigo numa cidade que desconhecem, está frio e chove. Ninguém de livre vontade os quer ajudar. É uma leitura muito fácil, mas o autor usa uma técnica que considero “poética”, já que as…
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Um dos melhores professores de Padel de Portugal, António Pinheiro
Há dias conversava com um fabricante de raquetes de Padel. A modalidade tem crescido imenso, mas ele queixava-se que professores competentes existem no máximo cinco. António Pinheiro do Vive Padel é um desses cinco. Curiosos decidimos conhecer o “Rei dos campos” Como foi que entrou para o padel? Sou treinador de ténis desde 2003 e resolvi abraçar este desafio em 2020 por influência do meu grande amigo Paulo Carvalho. Por ser uma modalidade com características muito idênticas ao ténis, não foi difícil a adaptação. Está a ser uma excelente experiência! A técnica que vinha do ténis é utilizada no padel? A técnica do ténis é complementar ao padel mas alguns movimentos precisam de ser modificados ou aprendidos. Os gestos são mais curtos, o jogo com o vidro não é fácil nos primeiros tempos e acima de tudo é um jogo de paciência. Quem procura ter aulas de padel? Essencialmente pessoas…
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“O Polícia” de Jo Nesbo
Admito que demorei muito a entrar neste livro. Várias vezes tive de voltar páginas atrás porque não estava a entender nada. Primeiro, porque tem muitos personagens e todos eles com nomes noruegueses difíceis de assimilar. Os policiais nórdicos estão na moda. Carregados de sangue e com descrições macabras de uma realidade que me remete para o “Correio da Manhã“ Em “O Polícia” vamos conhecer a história de um assassino que mata polícias em locais onde anteriores investigações de crimes nunca foram resolvidos. Bizarro sem dúvida! Harry Hole, um antigo e carismático inspetor é chamado para tomar conta desta investigação. Não fiquei grande fã desta obra, já li coisas muito mais interessantes de Jo Nesbo. Comecei com muita dificuldade, mas depois acabei por me envolver na trama e gostar. É sem dúvida uma boa leitura de Verão. Para ler na praia de cerveja na mão!
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Double Gold Caramel Billionaire da Magum
Não há nada melhor que chegar a casa depois de um treino intenso, com muito calor na rua, e desfrutar de um “Double Gold Caramel Billionaire”. É um gelado de biscoito e noz, com molho de caramelo salgado e com cobertura de chocolate de caramelo e pedaços de biscoito. A boa notícia é que é feito com leite magro, óbvio que tem açúcar. É do outro mundo, muito refrescante. Uma verdadeira guloseima para quem necessita de uma dose de açúcar depois de uma ida ao ginásio. É vendido em vários formatos. Comprei o pack de mini 6 O Double Gold Caramel Billionaire é vendido a 6,50€ Uma verdadeira delícia. Estou louco para regressar a casa e comer mais um.
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Sai de Baixo na Globo
Num domingo fazia zapping e parei na Globo. Há muito tempo que não ia tão longe nas minhas buscas. E fiquei deliciado a ver o “Sai de Baixo“. O canal Globo transmite em Portugal coisas muito antigas, mas não deixam de ser engraçadas. O “Sai de Baixo” é uma dessas coisas. Sitcom brasileiro, em formato de teleteatro. Foi para o ar entre 31 de Março de 1996 a 31 de Março de 2002, totalizando 7 temporadas e 241 episódios. Em boa hora a Globo transmite dois episódios ao domingo. Conta a história de uma família disfuncional morando em São Paulo e para apimentar a trama há ainda um porteiro e uma criada. Sai de Baixo fez muito sucesso, sobretudo pelas claras improvisações dos atores. Um elenco de luxo: Luís Gustavo, Marisa Orth, Aracy Balabanian, Cláudia Jimenez, Miguel Falabella e Tom Cavalcante. O meus domingos mudaram por completo. Onde estou às 8 da…