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Ataskei-me na Areia
No domingo, que pela temperatura elevada para esta época do ano já convidava a uns mergulhos no mar, desloquei-me até ao Guincho na esperança de sentir vento refrescante que costuma soprar naquela zona balnear. Como, para mim, um passeio é sempre uma excelente oportunidade para me permitir boas experiências gastronómicas e lembrando-me de uma patuscada tida naquela zona por ocasião de um aniversário de uma amiga, decidi revisitar a tasca onde o mesmo ocorrera. Tinha a certeza de que me ia deliciar com as petiscos ali preparados e usufruir do ambiente rústico da antiga Adega do Crossas, hoje, Ataska n´ Areia. A pouco mais de 5 minutos da praia do Guincho, Duarte Brak Lamy , um jovem habituado às areias da Costa de Caparica, criou, há cerca de nove anos, o conceito do restaurante de praia virado, quase em exclusivo, para a confeção de petiscos. Mantendo uma decoração a recriar…
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A Floresta de Moscavide
Há Boas Sardinhas na Floresta. Este fantástico Restaurante que vos apresento hoje, fica em Moscavide, localidade que parece ter origem no termo árabe «maskba», ou seja, sementeira. E foi nesta sementeira, que três bons amigos (Santos, Rocha e Almeida) plantaram esta floresta mágica, onde se encontram umas belas Sardinhas Assadas de Sines e um cozido simplesmente fabuloso, ex libris da casa. Uma bela iguaria, bem Portuguesa composta por uma miríade de vegetais coloridos, carnes tenras e enchidos de regalar a vista e o estômago. Frequentada por pessoas ilustres das diversas áreas, foi em tempos muito bem apelidada pelo jornalista Joaquim Letria de “…Gambrinus dos Pobres…”, titulo que lhe assenta que nem uma luva. De sobremesa uma maçã assada, um café e uma aguardente de vinho verde, que teve a grande virtude de ser também um auxiliar poderoso da digestão. Como Sportinguista nesta verdadeira toca de leões, tive que redobrar o…
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O rico, o pobre e o do Linhó!
Apesar dos equívocos criados por comensais incautos, este TAVARES fica no Linhó, Sintra. Sediado no local que outrora albergava uma oficina de motas, António T, como quem mete a primeira, abriu um restaurante em 1998, movido pela necessidade de trocar os fumos tóxicos dos motores pelos tachos de aromas fumegantes. É, todavia, em 2011 que o projeto, então abraçado pelo sobrinho Frederico Tavares, conhece um novo rumo, que hoje segue já em velocidade de cruzeiro na estrada dos paladares de Sintra. Num espaço agradável onde se reconhecem os vários incrementos feitos ao longo dos anos, salienta-se uma simpática esplanada “anti-covid”, onde se erguem quatro oliveiras que contribuem para uma refrescante e simpática sombra. Decidido a comer carne, depressa me rendi à variada carta de peixes que anunciava toda a frescura do mar, afinal não muito longe dali. Contudo, duas iguarias tinham-se-me fixado na ideia, mal vislumbrei as indicações escritas ainda…
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Vamos a Alvalade? SIM, CHEF!
É por demais conhecida pelos que me são próximos a ligação afetiva que mantenho com o bairro de Alvalade. Esta simpatia resulta não só da minha vivência naquela zona durante cinco anos, mas também do abraçar de diferentes projetos de incremento ao comércio local, em particular, nas redes sociais. Apesar de viver, atualmente, na vizinha freguesia do Areeiro, certo é que continuo a deslocar-me até lá para fazer compras variadas e usufruir da excelência gastronómica de uma área que claramente se tem vindo a nivelar por cima. Foi, sem dúvida, o caso, da aposta na restauração promovida pelos jovens Felipe Brito e Hugo Ambrósio. Com uma experiência ligada à indústria hoteleira, estes dois Chefs decidiram optar pela confeção de saborosos petiscos nos quais souberam imprimir o cunho da Escola de Salvaterra de Magos, dos países que visitaram e das variadas experiências por que passaram. Por sugestão do meu amigo Luis…
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O Alentejano
Um paraíso alentejano às portas de Lisboa! Feche os olhos. Imagine-se numa planície com terras a perder de vista e chaparros a pontuar o horizonte. Sente o calor seco do Alentejo? Está com vontade de se deliciar com a gastronomia típica daquela região e não tem oportunidade para um passeio pelas paisagens Além Tejo? Não se preocupe. Vá até Serradas, Rio de Mouro que é o mesmo que deslocar-se até Vila Boim, Elvas. Manuel Lopes, proprietário do restaurante “O Alentejano”, criou, perto de Sintra, um espaço simples, mas muito acolhedor para onde literalmente transporta os sabores da sua terra natal. Com uma ementa de difícil escolha para um apreciador da comida desta zona, quem ali se desloca tem o prazer de desfrutar de alimentos de extrema qualidade que viajam mensalmente desde o Alentejo para a mesa dos clientes. Grande apreciador desta gastronomia, decidi dar uma oportunidade a uma casa cujas paredes…
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João Vasconcelos Castela
Sou o João Vasconcelos Castela, técnico bancário ligado à área jurídica de um Banco, adoro desenhar, sou criativo e amante de gastronomia. Conheci o Miguel Peixoto e a Teresa Santo por via da grupo Talvez Jantes…. no Facebook, onde partilhamos as Coisas Boas em Alta que as nossas mesas oferecem. Em meados de 2017, Rui Machado criou um grupo de comensais, onde mais tarde me incluí, dispostos a divulgar e a opinar sobre os seus magníficos repastos. Inspirado num restaurante extraordinário cujo cozinheiro, de quando em quando, bebia um pouco de produto vínico em excesso e transformava a incerteza da visita a um local mítico da gastronomia num eterno talvez jantes…., O Grupo Talvez Jantes, criado no Facebook, tal como o Coisas boas em Alta, tornaram-se, ao longo do tempo, num espaço de partilha de boas experiências em locais populares para um bom petisco ou refeição, privilegiando sempre a relação preço-qualidade-quantidade-atendimento.…