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Pequeno almoço foi no Vila Gale de Paço D’Arco
Tomar o pequeno almoço num Hotel de 5 estrelas não é uma coisa qualquer. Sendo bufet logo o que os nossos olhos reparam é como estão as iguarias apresentadas. Os nossos olhos são um perigo porque de imediato tiram o retrato ao que nos é oferecido. O pão de várias qualidades, está num cesto na mesa onde comemos,e está quente. A distribuição das comidas é feita por classes: os queijos, os fiambre e os salames estão apresentados com arte. A salada de frutas estão nuns copos em cascata. Cereais de várias qualidades e os bolos, há de tudo a começar pelo pão de ló com óptimo aspecto. Com tempo e tranquila aproveitei para comer uns ovos mexidos com bacon que estavam macios e bons. Há para escolha pratos quentes, como o feijão, os cogumelos as salsichas pequenas. Quando me apercebi que o leite e o café eram servido pelos empregados…
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Ilha de Ons
Um passeio a Galiza não fica perfeito se não visitarmos perto de Pontevedra, a Ilha de Ons que faz parte de um pequeno arquipélago que tem ilhas e ilhéus que se encontra a entrada da Ria de Pontevedra. Esta ilha tem 5,5 kms de comprimento e e a ilha mais extensa da Costa Atlântica da Península Ibérica, e a ocidente a mais escarpada mas com praias maravilhosas de águas um pouco frias mas uma areia branca. Está ilha faz parte do Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza. O passeio a ilha faz-se de barco que leva perto de 50 minutos e vamos passando por ilhéus e iates de gente rica que passam as suas férias ao largo desta ilha. Encontramos na Ilha casas de arquitectura popular ligada ao mar. Para ir visitar este paraíso é necessário uma autorização do ministério do ambiente local. Lixo não pode ficar lá, animais…
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Tarte de Santiago de Compostela
Quem vai de visita a Santiago de Compostela é tão incentivada pelos lojistas a comprar uma tarte que está em todo o lado, que resolve comprar. Primeiro oferecem um quadradinho para podermos provar e saborear. Depois e comprar e la vem um tarte para Portugal. Os espanhóis da Galiza, garantem que esta tarte tem a origem em 1577, tendo sofrido varios melhoramentos até chegar à receita actual, considerada um ex-líbris da cidade e, de uma forma geral, de toda a Galiza. Segundo a receita tradicional, a tarte é feita de ovos, amendoa e açúcar. Pode-se e fica muito bem, juntar um pouco de brande ou aguardente. A característica principal é a colocação de uma cruz da Ordem de Santiago. Coloca-se açúcar fino sobre a superfície feita a partir de um molde que ao ser retirada este molde la está a cruz impressa em cima da tarte. Ao corta-la a massa deve ter uma…
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Hotel Vila Gale Palácio dos Arcos
Ao entrar em Paço d’Arcos pela marginal, deparamo-nos com um edifício pintado de amarelo forte e com um belo aspecto. Aqui está o Hotel Vila Gale Palácio dos Arcos. Estar uns dias num Hotel de 5 estrelas foi para mim uma experiência que nunca esquecerei. Situado num antigo palácio com uma bela e sóbria decoração entramos num ambiente de filme. As paredes ao longo dos corredores, estão cobertos com os poemas de grandes nomes desde Florbela Espanca a Ary dos Santos. O quarto onde estive alojada dava acesso directo a piscina com jardins bem tratados e tudo bonito. A meio da tarde o empregado coloca no quarto um mimo: uma travessa com fruta e uns docinhos para preparar o estômago para o jantar. O quarto instalado na zona moderna do edifício, assim como o SPA, onde num ambiente muito tranquilo, uma massagista andou as voltas a cara e ao corpo…
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A boneca nadadora
Fiquei encantada com a boneca que flutua na água e até me apeteceu comprar uma para mim. Esta boneca penso que será uma bela parceira da natação para os miúdos e se o seu filho tiver medo da água, talvez esta boneca nadadora à prova de água, seja uma ajuda a estimular o interesse na natação. Imaginem que a boneca tem as pernas e os braços móveis, e a cabeça que mexe para os lados como nós quando nadamos. Podemos pô-la a nadar na piscina ou na nossa banheira e as crianças deliram. Vestida a rigor com o seu divertido fato de banho e touca, nada que se farta. A boneca tem as pernas articuladas, para que se movam na água, como fazem os bebés de verdade. Pode nadar de duas maneiras diferentes: quer de barriga para cima, quer de barriga para baixo. Precisa apenas de pilhas para nos surpreender! Eu…
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Fogo de chão
Gosto muito da comida e de muita coisa brasileira. Da música e da maneira dos brasileiros de falarem. Parece que estão sempre bem e não há problema na vida deles. Da comida destaco a feijoada à brasileira e da picanha grelhada que vem a escorrer os sucos e gordura para o prato e que é uma delícia. Para ir ao Fogo do Chão comer um rodízio e pêras, temos de preparar os dentes caninos e ir com calma! Nada de encher a barriga com as salsichas, banana frita e as perninhas de frango porque o melhor vem no fim. Mal, médio ou bem passado? Até aí tudo bem, mas o mais difícil será escolher entre tantos tipos de carne, cortes e molhos. Neste restaurante , a carne é tudo menos fraca! Come-se bem e muito. Podemos acompanhar com uma fresca caipirinha que sabe bem e combina ainda melhor com aquela carne…
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A calçada portuguesa
Quando descemos a Avenida da Liberdade muitas vezes vamos a conversar e não reparamos na maravilha do chão que pisamos. Descer e estar atentos as pedras que se pisa pode ser uma descoberta constante e maravilhosa. Da história às técnicas, da evolução estilística às marcas deixadas pelos calceteiros tudo é bonito. A origem da calçada portuguesa está associada ao ano 1500 no reinado de D.Manuel onde aparece alguma pavimentação de ruas. Apenas em meados do século XIX foi feita em Lisboa uma calçada decorativa, muito mais próxima da que conhecemos hoje e que se tornou uma das mais belas formas de pavimentação urbana. A evolução da arte da calçada portuguesa fez com que surgissem os mestres calceteiros, que realizam trabalhos e ensinam esta arte por todo o mundo. Desde 1986, a Câmara Municipal de Lisboa mantém uma escola de calceteiros. Em Lisboa, em 1927, existiam cerca de 400 calceteiros ao…
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Belo para recordar – Hamilton Naki
Hamilton Naki, um sul-africano negro de 78 anos, morreu no final de maio de 2005. A notícia não rendeu manchetes, mas a história dele é uma das mais extraordinárias do século XX. Li agora um resumo da vida deste sul africano negro nos tempos do apartheid. Ele Naki, era um grande cirurgião. Foi ele quem retirou do corpo da doadora o coração transplantado para o peito de Louis Washkanky em dezembro de 1967, na cidade do Cabo, na África do Sul, na primeira operação de transplante cardíaco humano bem-sucedida. É um trabalho delicadíssimo. O coração doado tem de ser retirado e preservado com o máximo cuidado. Naki era talvez o segundo homem mais importante na equipe que fez o primeiro transplante cardíaco da história. Mas não podia aparecer porque era negro no país do apartheid. O cirurgião-chefe do grupo, o branco Christiaan Barnard, tornou-se uma celebridade instantânea. Mas Hamilton Naki…
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Um bando de vigaristas
A sala do Cinema Nos Colombo, estava bem composta com jovens em férias e a aproveitar finalmente esta trégua do confinamento. O filme com óptimos actores e com um humor inteligente que nos faz rir e descontrair. Talvez a mensagem seja incorrecta porque pelo dinheiro não vale tudo e até pretender matar um desgracado de um velho actor. Mas a parte desse pormenor, há cenas hilariantes. Um bando de vigaristas conta a história de dois produtores de Hollywood que devem dinheiro à máfia e tentam montar um esquema: fazer um filme com um actor de “westerns” acabado, deprimido e já com uma certa idade e esperar que ele morra durante a rodagem. Só que não conseguem e começam a dar-lhe cenas cada vez mais complexas para tentar matá-lo. Entretanto, contra a vontade deles, acabam por fazer um dos melhores filmes da carreira do actor. Robert de Niro faz um papelão, como…