O Último Destino
Já passaram 25 anos desde a estreia deste filme, “O Último Destino” mas ao revê-lo, como fiz há poucos dias, parece que passou ainda mais tempo.
Está bastante datado, dando a impressão de ser uma obra dos anos 80.
Ainda assim, foi com prazer e alguma nostalgia que decidi revê-lo.
A plataforma HBO Max disponibilizou toda a saga, aproveitando para promover a nova aventura, que estreou em maio passado.
A história começa com um aluno prestes a embarcar numa viagem de finalistas para Paris. Minutos antes da descolagem, tem uma premonição de que o avião irá explodir no ar, matando todos a bordo.
Ele consegue sair do avião e é seguido por vários colegas, que acabam por escapar à morte.
Mas será que podemos realmente mudar o destino?
O filme trata de mostrar que não.
É claramente dirigido a um público adolescente, com uma duração de cerca de uma hora e vinte minutos, curta o suficiente para não se tornar maçador.
Curiosamente, este filme foi inicialmente concebido como uma série de televisão, mas acabou por estrear no grande ecrã, gerando várias sequelas.
Vi-o como um simples exercício nostálgico de férias.


