O Match Perfeito
Não sou grande fã de comédias românticas, raramente as vejo.
Sinto que seguem sempre a mesma fórmula e acabam invariavelmente bem.
Claro que fazem sentido dentro do género: alimentam a ideia do amor ideal e da “gata borralheira” que encontra o príncipe encantado.
Mas O Match Perfeito não é nada disso. No final, fiquei com a sensação de que o filme retrata o amor como um negócio e pouco mais.
A história acompanha uma organizadora de encontros de elite que se vê envolvida num triângulo amoroso tóxico.
A protagonista trabalha numa empresa que promete encontrar casais perfeitos, uma espécie de Tinder com arbitragem, até que uma cliente é agredida por um dos homens inscritos.
Pelo meio, a protagonista envolve-se com um cliente… e reaparece um ex-namorado. Confusos? O filme também.
O que acaba por transparecer é a fragilidade das relações modernas. E, para quem procura comédia ou romance, aviso: não vai encontrar. O Match Perfeito não consegue ser aquilo a que se propõe.
No elenco brilham Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal, num filme realizado por Celine Song. Vi no TVCine.


