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Que se f***

 O confinamento fez às pessoas algumas perturbações!

E muito dinheiro !

Agora o chamativo nome correu a Net: seria real, seria golpe?

A “marca” é uma criação do artista Francisco Eduardo, que acredita que 2020 merece ser maltratado e porque não brindado?

Que se foda, não é uma asneira.

É uma mensagem de fé.

E já esgotou.

Mas a provocação inclui agora “garrafa assinada” por 999.000 euros…

Em poucas semanas o vinho viral de 2020 voltou a esgotar todas as garrafas.

Nosite do Que se foda, criado para o efeito, “sold out” é o que se lê em todas as opções que se poderiam comprar.

Nesta mais recente edição da marca, lançado no início de Março, além de um pack com as duas garrafas numa caixa de madeira, estavam disponíveis canecas e sweatshirts.

As canetas foram as primeiras a esgotar.

Estavam à venda por 10€ e era um artigo simples.

A diferença estava nas frases que a compunham. “Não há copos lavados? Que se foda”, lia-se na caneca.

Além deste produto, estavam disponíveis as sweatshirts. “Não sabes o que vestir? Veste uma merda qualquer, que se foda.” Era toda em branco, só com estas frases escritas a preto, e custava  45€. 

Neste momento  esgotaram-se as sweatshirts e o mesmo aconteceu com os packs de vinho.

Nesta edição estavam mil à venda.

Os últimos 50 packs foram todos vendidos.

Os vinhos que Francisco Eduardo, o artista plástico português responsável por este projeto, usou são da Adega da Azueira, na região de Lisboa. 

Em relação às referências, o Que se Foda 2020 é um Syrah de 2017, com 13,5 % de álcool.  

Já o Que se Foda Tinto, junta as castas Fernão Pires e Chardonnay e tem 13% de álcool. 

Francisco Eduardo é natural de Aveiro e estudou na escola de Belas Artes do Porto.

Já trabalhou, e trabalha por vezes, para agências de publicidade.

Atualmente, tem uma empresa com outro sócio, o estúdio Eles, onde faz direção de arte para anúncios, design e serigrafias.

Também já tinha feito alguns rótulos de vinhos, por isso a experiência não foi completamente inédita.

Eu acho que é um negócio a altura da pandemia.

Que maluqueira!

Para o artista, quem comprar o produto, não levará para casa apenas a garrafa de um vinho simples, trata-se de “uma obra de arte e não um vinho”.

Já no site da empresa, o vinho é tratado como “uma mensagem de fé”.

Ficou com vontade, mas não está com tempo pra comprar agora?

Tudo bem.

Já há planos para uma segunda edição num futuro próximo. 

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