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Lalique – Calouste Gulbenkian

Uma exposição para ver os vidros do joalheiro.

Um exposição gratuita na Gulbenkian até 1 de Fevereiro, com 100 peças de René Lalique que mostram, as suas joias sedutoras e até que ponto inovou, na arte de trabalhar o vidro na primeira metade do século XX.

As peças expostas permitem desenhar um panorama dos grandes momentos e fases da carreira de Lalique, desde a etapa em que produziu de modo artesanal, afirmando-se como joalheiro no período Arte Nova, até ao momento em que o criador assumiu uma visão industrial e tomou o vidro como o centro das suas atenções já no período Art Deco.

Uma presença destacada na coleção reunida por Calouste Gulbenkian, e a quem o museu dedica toda uma sala, no edifício dedicado à exposição permanente, René Lalique (1860-1945) volta a estar ali em grande evidência através de uma nova exposição temporária . “René Lalique e a Idade do Vidro”, junta às peças em vidro do Museu Gulbenkian, um conjunto de obras do Museu Lalique (em Wingen-sur-Moder, na Alsácia) e ainda algumas mais provenientes de coleções particulares com várias origens geográficas.

Em conjunto estas peças permitem desenhar um panorama dos grandes momentos e fases da carreira de Lalique, desde a etapa em que produziu de modo artesanal, afirmando-se como joalheiro no período Arte Nova, até ao momento em que o criador assumiu uma visão industrial e tomou o vidro como o centro das suas atenções já no período Art Déco.

O vidro, dizia Lalique, era uma “matéria maravilhosa”, que se “prestava a combinações utilitárias ou ornamentais quase infinitas”

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