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O dia em que a casa foi abaixo

Fiquei maravilhada!

No Palácio das Galveias perto do Campo Pequeno está aberta uma exposição magnífica!

O Centro de Arqueologia de Lisboa, em colaboração com a Biblioteca das Galveias, apresenta a exposição «O dia que a Casa foi abaixo», desenvolvida a partir da intervenção arqueológica realizada em 2017 na Praça D. Pedro IV, pelos arqueólogos José Pedro Henriques e Vanessa Filipe, para a colocação de um Ecoponto subterrâneo.


Pretende-se evocar os 265 anos do Terramoto de 1755, a partir dos materiais e objectos e encontrados e do seu cruzamento com as fontes documentais, trabalhadas no Gabinete de Estudos Olisiponenses, e reconstituir a Memória de um edifício habitacional e de quem la morava  que caiu no Terramoto.


Destaque para os resultados dos estudos laboratoriais realizados pelo Laboratório Hércules  da Universidade de Évora, demonstrando o trabalho que pode e deve ser desenvolvido após os trabalhos de campo, sobretudo com o recurso às novas tecnologias e técnicas laboratoriais. 

Desde que Lisboa começou a instalar os ecopontos subterrâneos tem sido uma azáfama para os arqueólogos que vão ao local e muitas vezes para encontrar vestígios de vidas.

Uma das inspecções mais interessantes foi a relativa à colocação de um ecoponto subterrâneo na Praça D. Pedro IV no Rossio em 2017. 

O Dia em que a Casa foi Abaixo, que pode ver na Biblioteca Palácio Galveias, evoca os 265 anos do Terramoto de 1755 através da reconstituição da memória de um edifício habitacional do Rossio, e os seus ocupantes, que não resistiu ao terramoto.

A mostra, feita em colaboração com o Centro de Arqueologia de Lisboa, nasce a partir dos objectos encontrados e o seu cruzamento com fontes documentais, trabalhadas por Delminda Rijo, do Gabinete de Estudos Olisiponenses.

Na exposição mostram-nos uma bacia com cevada que era utilizada para a alimentação dessa família e um Pote enorme onde faziam as suas necessidades.

La estavam as fezes porque ainda não havia sanitas.

Tudo isto estudado serve para perceber como se vivia em 1775 e quem era essa família!.

Aconselho vivamente.

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