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Morrem mais de Mágoa!

De volta felizmente! Samuel Bellow é escritor e prêmio Nobel da Literatura
em 1976.

Os críticos dizem que Bellow,  “é um malabarista da palavra, capaz de contar uma história com um mínimo de acção e um máximo de ideias e referência filosóficas e literárias”.

O seu ritmo, a sua aparente discrição e as suas raízes judias e russas podem não revelar, numa primeira impressão, o lado extremamente cômico das suas personagens, envolvidas em tramas sentimentais e angústias existenciais.

Falta acrescentar que Saul Bellow continua a ser, após a sua morte, uma espécie de “guru” de  várias gerações de escritores.

Norte-americano  e judeu, Saul Bellow nasceu a 10 de junho de 1915 em Lachine, no Canadá. 

Depois de várias andanças, Saul Bellow em 1944, e no âmbito da entrada dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial, foi destacado para a Marinha Mercante e não para a Marinha de Guerra devido à sua ascendência russa e às simpatias que nutria na época pelos ideais de esquerda.

A vida a bordo proporcionou-lhe o tempo e a disposição necessárias para escrever.

Publicou nesse ano o seu primeiro romance, “The Dangling Man“, obra, em parte autobiográfica.

Em 1948 recebe uma bolsa da Fundação Guggenheim, e vem para a Europa, passando cerca de dois anos em Paris.

Aí compôs “The Adventures Of Augie March” em 1953, o que lhe valeu o National Book Awardno. 

Em 1976 recebeu o Prémio Pulitzer na categoria de Ficção pela publicação de Humboldt’s Gift .

Nesse ano de 1976 foi também galardoado com o Prêmio Nobel da Literatura.

Faleceu em Abril de 2005.

Agora, anos depois da sua primeira edição pela Quetzal Editores, volta a ser publicado, em edição revista e com nova capa aquele que é um dos grandes romances de um dos grandes mestres da narrativa do século xx e Prémio Nobel da Literatura!

Morrem Mais de Mágoa, escrito em 1987, regressa às livrarias . Livro onde o humor ágil da farsa.

Com um enredo tragicômico,  as análises engenhosas do autor sobre a vida moderna e o dilema de dois homens cujos espíritos brilhantes não os salvam dos erros que todos nós conhecemos e frequentemente cometemos.

Um livro maravilhoso de se ler que eu aconselho vivamente!

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